DE MÃE PRA FILHO: Raquel Dodge pede arquivamento de inquérito de Lindbergh, apesar da ficha corrida do senador…

Senador era acusado de irregularidades quando foi prefeito de Nova Iguaçu, mas PGR não conseguiu provar suspeita

BRASÍLIA – A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu na sexta-feira o arquivamento de inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

Ele era acusado de irregularidades na gestão do Fundo de Previdência dos Servidores Municipais de Nova Iguaçu (Previni), quando foi prefeito da cidade (2005-2010).

Mas Dodge disse que, após longa apuração, não foram encontradas provas contra ele.

O inquérito começou a tramitar no STF em janeiro de 2013. A decisão de arquivar é do relator, ministro Dias Toffoli.

Mas é praxe determinar o fim de uma investigação quando o pedido parte da Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Apesar do longo trâmite da apuração, o resultado das diligências permitiu reforçar os indicativos de ocorrência das fraudes investigadas, mas não confirmou a participação do senador Lindbergh Farias neste ilícitos”, escreveu Dodge.

A procuradora-geral fez apenas uma ressalva. Afirmou que a polícia poderá voltar a investigar o caso de tiver notícia de outras provas. Lindbergh tem outros dois inquéritos no STF.

Um deles, com origem na delação da Odebrecht, também apura irregularidades de sua passagem pela prefeitura de Nova Iguaçu. O outro é sigiloso.

LEIA A FICHA DO CIDADÃO E PASME!

NOTA 1000 SENADOR: Caiado publica ‘ficha corrida’ de Lindbergh e apimenta briga entre senadores.

Na prisão, Lula pede para receber esteira ergométrica e Moro autoriza, afinal ele tem que estar bem vivo para explicar seus crimes!

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu para receber uma esteira ergométrica para utilizar na prisão.

O pedido foi feito pela defesa e a decisão será da juíza responsável pela execução penal.

A Coluna apurou que o juiz Sérgio Moro não se opõe a permissão para que o petista utilize o equipamento de ginástica.

Lula está preso na superintendente da PF no Paraná numa sala que foi preparada para recebê-lo.

O local não tem grades e conta com banheiro exclusivo para ele.

Bem diferente de uma cela.

Hoje a Justiça autorizou que Lula, 72 anos, receba visita dos seus médicos pessoais e deu permissão para que seja colocada na cela dele uma esteira de exercícios físicos.

Fique em forma Lula! Vai ter que passar o resto da vida, de tribunal em tribunal e de volta pra cadeia…

VAI FALTAR CADEIA: STF mandará 29 inquéritos ligados à Odebrecht para julgamento em outras instâncias. É isso que o Brasil quer!

Toffoli já enviou 7 processos para cortes inferiores, após mudança no foro

BRASÍLIA — Dos 74 inquéritos da delação da Odebrecht abertos no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar parlamentares, ao menos 29 deverão ser enviados para outras instâncias.

Isso porque eles tratam de crimes sem relação com o mandato dos congressistas investigados.

A redistribuição de processos é consequência do julgamento do STF que definiu, na quinta-feira, restringir o foro privilegiado para deputados e senadores.

Até a edição da nova regra, todo crime relacionado a parlamentares federais era obrigatoriamente analisado pela mais alta Corte do país.

LEIA A ÍNTEGRA: STF mandará a outras instâncias 29 inquéritos ligados à Odebrecht

Ontem, o ministro Dias Toffoli mandou para instâncias inferiores seis ações penais e um inquérito envolvendo sete deputados.

Em todos os casos, os supostos crimes ocorreram antes do mandato ou não têm relação com o exercício do cargo.

Toffoli determinou o envio de processos de crimes supostamente cometidos por parlamentares quando eles ocupavam, por exemplo, cargos de prefeito e deputado estadual.

Bradesco dá milhões para Gilmar Mendes, PF tem que apurar. Assista vídeo mostrando, o que seria provas, de Gilmar e Bradesco

Uma negociata que teria acontecido para favorecer o Ministro do Supremo Tribunal Gilmar Mendes.

Em vídeo é revelado quais os possíveis motivos que esse favorecimento não poderia ter acontecido. Seria então, se comprovado a veracidade dos fatos, mais uma polêmica envolvendo Gilmar por suas atitudes, suas votações, hostilizado em aviões e nas ruas de países da Europa, Mendes vem colecionando uma quantidade de assuntos negativos a seus favor. Gilmar Mendes negociou milhões a seu favor revelado em vídeo.

veja as provas abaixo:.

A faculdade do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, recebeu desde 2011 cerca de R$ 36,4 milhões do Bradesco em empréstimos e foi beneficiada com sucessivas reduções de juros e prorrogações, incluindo deixar de pagar temporariamente parte das prestações.

As medidas foram consideradas incomuns por especialistas ouvidos pelo BuzzFeed News. Uma das reduções de juros, sem alteração dos prazos, representou um desconto de R$ 2,2 milhões que a empresa deixou de pagar ao banco.

Gilmar Mendes é dono do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). As informações constam de cédulas de crédito produzidas pelo Bradesco, registradas em cartório pelo próprio IDP e obtidas pelo BuzzFeed News.

Procurado, o ministro afirma que não há conflito de interesses e o IDP diz que renegociações são decorrentes da redução dos juros praticados pelo mercado financeiro.

Gilmar Mendes negociou milhões a seu favor. Os documentos foram registrados no cartório porque o Bradesco aceitou a hipoteca da sede da faculdade três vezes, em Brasília, como forma de garantir os valores e conseguir taxas melhores.

Um dos papeis mostra, por exemplo, a admissão por parte do IDP que não teria condições de arcar com prestações de R$ 154 mil. Mesmo assim, conseguiu depois mais R$ 28,2 milhões em empréstimo.

NO MESMO SACO: COAF identifica operação de lavagem de dinheiro em empresa de doleiro com Huck e Accioly

Não foram apenas os ex-técnicos Bernardinho e Carlos Alberto Parreira que caíram na lábia do empresário Roberto Rzezinski, preso ontem pela Polícia Federal na ‘Operação Câmbio, Desligo’.

Robertinho, como é conhecido na high society carioca, também foi sócio de Luciano Huck e Alexandre Accioly na “Empresa Brasileira de Distribuição de Ingressos”.

Segundo o MPF, o Coaf identificou uma série de depósitos em espécie, em valores inferiores a R$ 50 mil, totalizando meio milhão, na conta dessa empresa, em setembro de 2009.

Os depósitos foram feitos em diferentes agências do Banco Safra no Rio, em São Paulo e Curitiba. Para o Coaf, uma “tentativa de burla dos controles de valores para comunicação obrigatória”.

Por meio da assessoria, Accioly esclareceu que os referidos depósitos “ocorreram entre os dias 4 e 15 de setembro de 2009, ocasião em que Accioly Entretenimentos, Luciano Huck, Luiz Calainho e Roberto Rezinski já haviam deixado a sociedade”.

“As participações foram vendidas sete meses antes, em 31/01/2009, para os acionistas fundadores da empresa de venda de ingressos Ticketronic.”

E NINGUÉM SABIA? Como os maiores doleiros do Brasil criaram um banco clandestino para lavar dinheiro

O esquema de lavagem de dinheiro criado pelos doleiros investigados na Operação Câmbio, Desligo, desdobramento da Lava Jato, funcionava como um verdadeiro banco clandestino, do qual participavam o “sócio-capitalista”, Dário Messer, e seus sócios, Vinícius Claret e Cláudio Barbosa.

SEGUNDO O UOL Do Uruguai, segundo os investigadores, o trio se aliava a dezenas de outros doleiros para, entre outras transações, enviar dinheiro em espécie ao exterior e compensá-los com operações de dólar-cabo. Os recursos voltavam “limpos” e eram então repassados a políticos, empresários, entre outros beneficiários.

Um dos principais clientes de Messer, Claret e Barbosa era o ex-governador fluminense Sérgio Cabral (MDB), preso em novembro de 2016 e já sentenciado em ações penais da Lava Jato a cem anos de prisão. Os operadores do político, os irmãos Marcelo e Renato Chabar, lavaram cerca de US$ 100 milhões com o auxílio da rede de câmbio. As informações foram obtidas a partir das delações premiadas dos doleiros e de anotações de contabilidade paralela.

Além de Messer e seus sócios, mais de 40 doleiros integram o organograma do esquema, de acordo com a Lava Jato. De 2010 a 2016, a engrenagem movimentou, no total, mais de US$ 1,6 bilhão –R$ 3,7 bilhões em valores atualizados. Na operação, a Justiça expediu 54 mandados de prisão, sendo 49 preventivas (seis no exterior) e quatro temporárias. 33 pessoas haviam sido localizadas e detidas: no Rio de Janeiro (13), em São Paulo (8), em Porto Alegre (5) e em Belo Horizonte (2). Também foram cumpridas 51 ordens de busca e apreensão.

Além das transações de dólar-cabo, o trio liderado por Messer fazia uma ponte entre clientes que necessitavam de reais em espécie e outros que demandavam montantes de dólar no exterior. Segundo o procurador da força-tarefa Rodrigo Timóteo, isso funcionava como uma “câmara de compensação”, isto é, uma troca entre partes cujos interesses se cruzavam.

Quem precisava de dólares indicava contas bancárias para que os doleiros depositassem quantias em real, e a “compensação” era repassada ao cliente que pedia montantes em dólar.
“Alguém que demandava dólar fornecia uma conta no exterior, e o que demandava real fazia o depósito no exterior. Assim que o TED era feito no exterior, o compensador realizava o pagamento em real no Brasil”, disse Timóteo.

“Eles faziam essa junção entre a demanda de dólar no exterior e a demanda de reais no Brasil. (…) Essas duas pontas têm uma íntima ligação com todo o ciclo da corrupção no Brasil. É de uma complexidade tal qual um sistema bancário”, completou.

Entre os que geravam dólares no exterior estava, por exemplo, a Odebrecht, que já foi alvo de investigações anteriores da Lava Jato. Os membros da força-tarefa informaram que ainda não foi possível identificar se há outros políticos e empresários envolvidos no esquema. “As informações estão sendo processadas”, disse o procurador Sérgio Pinel.

Sistema “Bankdrop”
Para organizar e controlar o esquema, Claret, conhecido pelo codinome “Juca Bala”, e Barbosa, o “Tony”, desenvolveram um sistema informatizado, o “Bankdrop”. Nele, os investigadores encontraram mais de empresas 3.000 offshores, com contas em 52 países.

“O Bankdrop registrava todas as transferências internacionais, como fazem os bancos com Teds e Docs [modalidades de transferência de dinheiro]. Com isso, eles tinham o controle de quem depositava para quem no exterior e quem recebia de quem no Brasil.”

Outro sistema, chamado “ST”, registrava todas as operações de cada doleiro como uma espécie de conta corrente e foi utilizado para controlar a movimentação dos recursos tanto no Brasil quanto no exterior.

A remuneração do trio de doleiros era uma espécie de “taxa de administração” –como é conhecida a tarifa de manutenção cobrada pelas instituições bancárias. Eles recebiam um percentual em relação a todas as transações, mas a maior parte dos lucros (60%) era destinada a Messer, cabeça do esquema. Ele era o responsável por organizar e ampliar a extensa rede de doleiros, enquanto os sócios cuidavam das atividades operacionais.

Claret e Barbosa foram presos em março do ano passado e, posteriormente, fizeram acordos de delação. Como a pena estipulada pela colaboração era de um ano e dois meses, eles deixaram a cadeia justamente nesta quinta-feira, dia da operação Câmbio, Desligo. Além de revelarem o funcionamento do esquema, entregaram um disco rígido com as informações das inúmeras transações de lavagem de dinheiro, segundo afirmou o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, procurador Eduardo El Hage.

Já Messer tem cidadania uruguaia e está fora do Brasil, de acordo com as investigações. Os nomes dele e de todos os outros suspeitos já foram inseridos na difusão vermelha da Interpol e já podem ser presos no exterior. Há mandados em aberto no Paraguai e nos Estados Unidos. Além disso, um alvo estaria em viagem pela Alemanha, de acordo com a apuração da Polícia Federal.

BRASIL QUEIMADO: DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DOS ESTADOS UNIDOS- DIVULGAM P TODO MUNDO A CORRUPÇÃO GIGANTESCA DE LULA E DILMA

24 horas após celebrar os acordos de colaboração com a Odebrecht e a Braskem, Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o equivalente ao Ministério da Justiça brasileiro revelou ao mundo todas as informações constantes do acordo de delação da empreiteira que a Procuradoria Geral da República em Brasília vinha mantendo em sigilo.

Entre as informações divulgadas, o mundo ficou sabendo que a Odebrecht comprou uma Medida Provisória feita sob encomenda por um funcionário da empresa. A MP 470 assinada por Dilma com orientação de Lula e da própria Odebrecht garantiu benefícios para a Braskem relativos ao crédito prêmio de IPI e IPI Zero.

O texto da MP foi elaborado por Maurício de Carvalho Ferro, da área jurídica da Odebrecht, e submetido a Nelson Machado, da equipe de Guido Mantega. Tudo passou pelo crivo do ex-presidente Lula e em troca, Guido pediu os R$ 50 milhões para a campanha de Dilma. No bolo da propina, Lula Dilma e Antonio Palocci se fartaram. O documento do Departamento de Justiça confirma as conclusões do delegado Filipe Pace no relatório da Operação Omertà.

O DoJ, como é chamado nos EUA, deu um show de transparência, objetividade e rapidez, três pilares da Justiça eficiente. Informações consolidadas e claras sobre duas companhias brasileiras, a Odebrecht e a Braskem, foram organizadas de maneira que era desconhecida no Brasil.

Lula, Dilma e o PT vistos como uma organização criminosa perante o mundo

Quer saber quanto a Odebrecht pagou em propina no Brasil para políticos e funcionários públicos? Pergunte ao DoJ. Foi o equivalente a R$ 1,9 bilhão, pela cotação atual do dólar, ou US$ 599 milhões, de acordo com um documento que faz parte do acordo da Odebrecht.

Enquanto no Brasil, jornalistas de aluguel, políticos corruptos e juízes comprometidos atacam os vazamentos das delações, a postura do Departamento de Justiça Americano deixa claro que o Brasil ainda engatinha quando se compara com o modo americano de tratar crimes complexos, praticados por corporações do porte da Odebrecht.

As revelações sobre os esquemas de corrupção do PT com a Odebrecht demonstram uma escala de corrupção que assusta até os maiores especialistas acadêmicos no assunto. Os americanos são crus e diretos quando obtêm provas ou confissões. Crime é crime, com provas e sem vazamento até o fim da apuração.

O grau de corrupção durante os governos petistas de Lula e Dilma atingiram uma escala tão monstruosa, que a Odebrecht precisou comprar um banco em Antígua, no Caribe, para pagar propina quando outras instituições já não aceitavam operar com o volume de dinheiro sujo da empresa.

Resta saber se Lula, Dilma, os demais membros do PT e parte da imprensa conivente com o crime organizado no Brasil vão ter coragem de reclamar de “vazamento” com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.