Evaristo Costa diz que prefere lavar louças do que voltar a trabalhar na Globo

O jornalista Evaristo Costa parece não sentir a mínima saudade do seu antigo trabalho de jornalista na Globo. Após muitos anos na bancada do Jornal Hoje, ele pediu a sua saída no ano passado e agora, demonstra estar bastante feliz com a decisão.

Nas redes sociais, ele é bastante presente e sempre interage com o público, e neste domingo (13), fez uma revelação inesperada. Em um post, Costa apareceu lavando a louça e a cozinha, dizendo que os homens deveriam fazer o mesmo em suas casas.

“Aos filhos e maridos: lavem a louça (não só hoje ok?)”, aconselhou, e rapidamente, um internauta brincou com a situação, dizendo que a sua vida está pior agora do que quando ele trabalhava na Globo. Foi aí que Evaristo rebateu com uma resposta afiada.

“A coisa ficou feia, melhor voltar pra Globo”, disse o seguidor. “Prefiro lavar louças aqui em casa mil vezes (risos)”, disparou ele, que atualmente, trabalha com publicidade, sendo garoto-propaganda de várias marcas nas redes sociais.

Confira os posts:

Evaristo, atualmente, está morando na Inglaterra, juntamente com a mulher e as filhas, e tem interagido cada vez mais com os fãs através das redes sociais.

Ele criou um perfil no Twitter e passou a se tornar mais ativo no Instagram pouco antes de pedir o próprio afastamento da Globo e, ao ver que o público comprou a ideia, resolveu promover uma mudança radical na sua carreira, abandonando de vez o jornalismo e passando a viver de publicidade.

No JH, ele foi substituído por Dony de Nuccio, ex-âncora da GloboNews, que passou a ser o companheiro de Sandra Annenberg na hora do almoço.

BOMBA!!! A MÃE DA LAVA JATO ESTÁ VINDO AÍ. Delação explosiva de palocci já está no forno e a prisão de 33 doleiros vai devassar políticos e empresários ladrões!

Ministros do STF avaliam que a Operação CÂMBIO DESLIGO PODE PROVOCAR UM ALARIDO AINDA MAIS FORTE QUE A LAVA JATO

A ação levou 33 doleiros para a cadeia + Dario Messer, o “Doleiro dos Doleiros“, inclusive das maracutaias de Cabral.

Se um doleiro foi a base de toda a operação lavajato . O que dirá do novo desdobramento operação câmbio desligo ? 33 doleiros .A república avança contra a cleptocracia implantada .

ASSISTA O COMENTÁRIO DO DEPUTADO E DELEGADO DA FEDERAL Francischini:

PARECE PIADA!! PT tenta organizar a primeira campanha presidencial de um candidato preso.

A direção nacional do PT vai decidir nas próximas semanas sobre a adoção de uma agenda de medidas concretas para manter a pré-campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, afastando assim a discussão sobre um plano “B” para as eleições.

Os dirigentes tentam dar ares de normalidade à candidatura do petista, que está preso desde o dia 7 de abril e condenado a 12 anos e 1 mês em regime fechado. Como teve a sentença confirmada pelo Tribunal Regional da 4ª. Região, Lula é considerado inelegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa.

Desde a semana passada, quando o Supremo Tribunal Federal rejeitou mais um recurso da defesa de Lula e não pautou as ações que podem revisar a prisão após a segunda instância, “caiu a ficha” do PT sobre o fato de que a estratégia de mobilização popular para pressionar o Judiciário não funcionou – o povo não foi às ruas e Lula deve passar um longo período na cadeia.

ATÉ O FIM – Na semana passada, a corrente majoritária do partido Construindo um Novo Brasil (CNB), que preside o PT, decidiu insistir na candidatura de Lula até o fim, mesmo que isso leve o partido ao isolamento na eleição presidencial. O próprio ex-presidente, em carta, deu o recado: “Se aceitar a ideia de não ser candidato, estarei assumindo que cometi um crime”.

A ideia é transformar a campanha em um palco para a defesa de Lula. “Só estamos pedindo o direito de seguir apoiando nosso candidato”, disse na sexta-feira o ex-ministro Gilberto Carvalho.

Lideranças da CNB vão levar para deliberação da executiva nacional propostas para a criação imediata de dois comitês físicos de pré-campanha em São Paulo e Brasília, agilizar o processo de apresentação das diretrizes do programa de governo, intensificar as conversas com o PR sobre a possibilidade de o empresário Josué Gomes da Silva ser o vice de Lula – o que passaria também pelo processo de convencer o filho do ex-vice-presidente José Alencar aceitar ser registrado – e a definição dos nomes autorizados a representar o ex-presidente em debates e entrevistas.

OS PORTA-VOZES – Por enquanto a única pessoa autorizada a falar em nome de Lula é a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT). São cogitados também os nomes do ex-ministro Luiz Dulci; do presidente da Fundação Perseu Abramo, Marcio Pochmann; o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad; e o ex-ministro Jaques Wagner. A lista será submetida à cúpula petista e ao próprio Lula nos próximos dias.

Na próxima reunião a executiva nacional do PT vai definir um calendário de lançamentos regionais da pré-campanha. Nesta semana, emissários de Lula vão falar com Josué sobre a possibilidade de ele aceitar ser vice de Lula. Ele trocou o MDB pelo PR depois de conversas com Lula e é cortejado por outros pré-candidatos.

Com isso, o PT espera neutralizar também o debate interno sobre a indicação de um vice petista. O partido teme que isso traga de volta as especulações sobre o plano “B”. Segundo Carvalho, a carta de Lula à Gleisi na semana passada “enterra os fantasmas de plano B”.

O BOM MOÇO DA GLOBO: Cauã cai em Blitz, bêbado sem condições de dirigir ganhou multa e escapou da cadeia

Na madrugada de domingo (13), o ator Cauã Reymond caiu numa blitz de agentes da Lei Seca, no Rio de Janeiro.

O flagrante aconteceu na avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca.

Há rumores de que o galã apresentava sinais de que havia ingerido bebida alcoólica.

Porém, ele se recusou a fazer o teste do bafômetro.

A recusa ensejou apenas a multa de R$ 2.934,70.

Para que o carro não fosse apreendido, o ator apresentou um condutor habilitado para levar o veículo.

Saiu barato…

TSE aprova 20 sites de “vaquinhas” para receber doações para candidatos. Vai ser a farra digital para arrecadar dinheiro para os safados da política

RIO — Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (REDE) e Jair Bolsonaro (PSL) são alguns dos pré-candidatos que vão adotar nestas eleições uma nova maneira de arrecadação para arcar com os custos de campanha: o crowdfunding, também conhecido como financiamento coletivo. Aprovada pela reforma política de 2017, a modalidade começará a ser utilizada nesta terça-feira, quando as páginas para doação poderão ser divulgadas para o público.

Até o momento, 20 sites, de um total de 39 cadastrados, foram aprovados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para realizar campanha de financiamento coletivo para os candidatos. O número, no entanto, pode mudar a qualquer momento. Isso porque não há data limite para inscrição, e o Tribunal pode aprovar novas plataformas no decorrer do período eleitoral.

LEIA: Na disputa ao governo dos estados, ‘outsiders’ ficam confinados a pequenos partidos

O processo, que lembra o de uma vaquinha, funcionará em duas etapas: deste primeiro momento até o dia 15 de agosto (prazo para o registro das candidaturas), estarão disponíveis as campanhas de doações para pré-candidaturas. Somente após esse prazo, a arrecadação passará a ser feita para as candidaturas já oficializadas.

Caso uma pré-candidatura não seja confirmada em agosto, todo o dinheiro arrecadado deverá ser devolvido aos doadores. Partidos também não poderão fazer campanhas coletivas. Cada campanha deverá ser apenas para um candidato.

Além disso, na fase inicial, não haverá prestação de contas no portal do TSE, somente dentro das próprias plataformas. Com a campanha eleitoral nas ruas, porém, todas as doações passarão a constar no portal do Tribunal para consulta pública. A análise da legalidade desses pagamentos será feito não apenas pelo TSE mas também pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

No cenário de 2018, a adesão entre os presidenciáveis é alta: além de Marina, Alckmin e Bolsonaro, os pré-candidatos Guilherme Boulos (PSOL), Flávio Rocha (PODE) e João Amoedo (NOVO) confirmaram a intenção de utilizar o financiamento coletivo. Nos dois últimos casos, um dos fatores ressaltados pelos partidos é o de autofinanciamento das campanhas, que não utilizarão o fundo partidário. No caso de Rocha, por exemplo, a expectativa é de que o financiamento vá ao ar já nesta terça.

Algumas legendas também apostam na ferramenta como uma possibilidade: no caso da Rede a plataforma escolhida é o Voto Legal, que cobra R$ 495 por campanha de pré-candidatura e 10% por transação, e deve ser utilizada também por Ronaldo Caiado (DEM) e Eduardo Suplicy (PT).

Já o PSDB optou, em um primeiro momento, por uma campanha de arrecadação partidária para financiar uma ferramenta que servirá de ponte entre eleitores e candidatos. Depois, a plataforma Essent Jus foi a escolhida para gerar as “vaquinhas” de candidatos, incluindo Alckmin. Bolsonaro confirmou a intenção de utilizar o método mas ainda não decidiu qual será o site escolhido, estando ainda em fase de negociação.

Há também quem não demonstrou intenção de adotar o modelo. Para a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso por condenação em segunda instância e que poderá ter sua candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa, ainda não há uma decisão sobre a adoção ou não do financiamento coletivo. O PDT, do ex-governador do Ceará Ciro Gomes, decidiu por não utilizar o crowdfunding.

O conceito não é inédito na política brasileira. Em 2016, o deputado Marcelo Freixo, que concorria à Prefeitura do Rio de Janeiro arrecadou R$1,8 milhões vindos de 14 mil doadores pela internet. O valor é o maior já angariado por um financiamento coletivo no país.

CURSOS DE FINANCIAMENTO

O novo cenário de arrecadação não causou apenas o surgimento de novas plataformas de crowdfunding, mas também de outros projetos envolvendo o financiamento coletivo, como o curso online powerfunding, feito em parceria pelas veteranas no mercado Benfeitoria e Bando. Para as duas empresas, o que se identificou foi uma má interpretação do que é necessário para uma campanha bem sucedida de financiamento coletivo, que vai além da escolha das plataformas.

— Existe muita gente com ideia de que é só subir um projeto e pedir dinheiro, mas não é assim. Percebemos nos últimos sete anos que é necessaário planejamento e consultoria para que essas campanhas sejam positivas — explica Murilo Farah, da Benfeitoria, uma das primeiras plataformas de crowdfunding do país, fundada em 2011, e que até o momento não se inscreveu como plataforma.

Para além dos presidenciáveis, a ferramenta se apresenta como uma possibilidade para as milhares de candidaturas no âmbito do legislativo que irão disputar o voto do eleitorado em 2018. E, segundo os especialistas, talvez sejam elas as que tenham mais a ganhar com o formato.

— O financiamento coletivo, no geral, é como a ciclovia da arrecadação, até no caso de projetos culturais. Ele funciona muito mais na capilaridade, com 90% das campanhas só arrecadando até 30 mil reais no Brasil. São pequenos e médios projetos que se beneficiam mais dessa revolução na economia colaborativa. Por isso, pode ser uma saída para pequenos e médios candidatos se oxigenarem em meio aos partidos — explica Felipe Caruso, um dos fundadores da Bando e das pessoas por trás da campanha de financiamento feita por Freixo em 2016.

Esse é um dos objetivos, por exemplo, declarados pelo partido novo com a adoção das “vaquinhas”. A legenda, que utilizará as plataformas Confia Brasil e Apoia, vê no financiamento coletivo um caminho para ajudar no planejamento da campanha.

— Para gente tem uma importância muito grande, principalmente com os candidatos ao legislativo. Pois aumenta e pulveriza bastante a nossa capacidade de captação. É um recurso que nos dá uma capacacidade de planejamento maior, também, pois nos ajuda a saber exatamente com quais recursos contaremos — disse Moisés Jardim, presidente do partido.

Entre os conteúdos e ideias que estarão presentes no curso está a noção de que “financiamento coletivo não é uma parte qualquer da campanha”, requerendo cuidados e ideias particulares.

— Não basta subir uma campanha no ar e pronto. É preciso uma equipe e um estudo para que o candidato conheça seus potenciais apoiadores, para que ele crie uma narrativa, engaje as pessoas e seja claro nos seus gastos. As plataformas, em si, são apenas ferramentas. — destaca Caruso, que reforçou a importância da quantidade de apoiadores mobilizados em campanhas desse tipo.

Hacker que chantageou Marcela está solto e só ele sabe o segredo da 1ª dama

O homem que clonou o celular da primeira-dama Marcela Temer já deixou o presídio do Tremembé, em São Paulo.

Por ter cumprido mais de um terço da pena e por sua ‘ótima conduta carcerária’, a Justiça concedeu a liberdade condicional.

Silvonei José de Jesus Souza guarda um precioso segredo, que lhe valeu uma das mais rápidas condenações da história do Judiciário brasileiro.

Esse segredo só é conhecido por mais três pessoas, a própria Marcela, o presidente Michel Temer e o ministro Alexandre de Moraes.

Aliás, foi sua atuação neste caso que fez com que Alexandre de Moraes, então Secretário de Segurança Pública de São Paulo, virasse Ministro da Justiça e, mais tarde, Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Parece óbvio que tal segredo não se restringe tão somente a fotos de Marcela usando lingerie.

Afinal, a extorsão começou com um valor de R$ 15 mil, pago por um irmão de Marcela, passando para R$ 300 mil, quando coisas graves teriam sido descobertas por Silvonei.

Ele solto, mesmo que em liberdade condicional, há sempre uma chance maior de vazamento.