A delação que introduziu a comunista Manuela na Lava Jato (Veja o Vídeo)

Manuela D’Ávila é comunista e gosta de dinheiro e, segundo a delação premiada de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, também se chafurdou no mar de lama da propina patrocinado pela construtora.

A deputada gaúcha, pré-candidata a presidente da República, parece ter na política o mesmo ‘modus operandi’ de políticos como Renan Calheiros ou o próprio Lula.

Quem pode dizer que Renan não tem um bom discurso? Fala até em honradez e caráter. E Lula? Tem o sofisma de se auto proclamar o ‘mais honesto’.

Assim é Manuela, o ‘avião’ nas planilhas da Odebrecht.

No vídeo abaixo, o delator relata detalhadamente o esquema que beneficiou Manuela, desde a época que a conheceu, em 2004.

Manuela, desde o início de sua carreira, recebeu apoio da Odebrecht, com doações legais e ilegais.

É o exemplo clássico da diferença entre o discurso e a prática.

Veja o vídeo:

COM CORAGEM: Jurista Modesto Carvalhosa propõe Intervenção Civil no país. Leia: a entrevista ao jornal ‘Estadão’ a ‘Intervenção Civil’ no governo

Um dos mais respeitados juristas do Brasil, Modesto Carvalhosa defendeu nesta segunda-feira (4), em entrevista ao jornal ‘Estadão’ a ‘Intervenção Civil’ no governo.

Modesto Carvalhosa quer “quebrar a substituição de um político profissional por outro”.

Para o jurista, até a crise desencadeada pela greve dos caminhoneiros foi uma contestação contra a autoridade constituída, “por força da arrogância da Petrobrás”.

Ele defende que os detentores de mandatos renunciem em favor de uma “intervenção civil”.

“Ao invés de haver uma convocação do Exército, deveríamos ter uma convocação da sociedade civil. Uma intervenção civil no governo. Ou seja, o Temer deveria renunciar, deveria haver a eleição de

uma pessoa representativa da sociedade. Para fazer com que comecemos a mudar todo esse plano eleitoral, a questão da relação dos agentes públicos com o setor privado. Acabar com os privilégios do setor público.”

Na visão do jurista, a classe política deveria ficar de fora desse pleito.

“Para o Brasil, é a hora de parar tudo e começar de novo. Sem golpe militar. Os militares não estão interessados nisso.”

Explode no bolso do cidadão brasileiro o trem bala imaginário de Dilma! Veja o absurdo e compartilhe a “querida”

A fanfarrona e insana Dilma Vana, que desastrosamente (des) governou esse país por longos 6 anos, dando continuidade a roubalheira implantada pelo seu partido, infelizmente tem obrigatoriamente que ser lembrada invariavelmente.

Os resultados desastrosos de sua incompetência não cessam.

A nova ‘bomba’ vem da Itália, oriunda do trem-bala Rio-Campinas, que a desastrada prometeu entregar até a Copa de 2014.

Como se sabe, sequer saiu do papel.

Porém, em Roma, uma empresa processa o Brasil por ter entregado o projeto do malfadado trem bala e ter levado um estrondoso calote do governo petista.

É mais uma conta que essa irresponsável nos deixou.

Congresso acha difícil baixar preços de gasolina, etanol e gás de cozinha

Com o fim da greve dos caminhoneiros -que resultou em desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel- e a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha. Em Brasília, o litro da gasolina é vendido à população por aproximadamente R$ 5 nos postos. O botijão de gás chega a R$ 80.

Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar.

Maia destaca ainda que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda à Constituição que estabeleceu um teto para os gastos.

O deputado acredita que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência, porém, não reduz o patamar de preço dos combustíveis, apenas suaviza as oscilações.

Essa medida ganha força desde de semana passada no Ministério de Minas e Energia como forma de amortecer o impacto da volatilidade do preço na bomba.

Está prevista para esta segunda-feira (4) uma reunião de representantes da pasta com técnicos do Ministério da Fazenda e da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para tentar aprofundar a discussão.

Na sexta, ao anunciar Ivan Monteiro como seu escolhido para comandar a Petrobras, o presidente Michel Temer disse em pronunciamento que não haveria mudança na política de preços da empresa.

No caso do gás, Maia, que é pré-candidato à Presidência, defende que o governo crie um mecanismo que beneficie os mais pobres. Uma solução seria ampliar o benefício do Bolsa Família, direcionando o recurso para a compra do botijão. Mas, reconhece que a proposta tem limitações.

“Agora tem que ter paciência, entender que não tem mágica, que a Petrobras já foi usada de forma equivocada. Há um problema grave, o orçamento público está esgotado. Não há mais espaço para grande interferência no Orçamento”, disse à reportagem.

SENADORA

A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), afirma que a Petrobras é uma empresa estatal e, por isso, precisa dar uma parcela de contribuição para que a população não seja penalizada. Para ela, o atual patamar dos combustíveis e do gás de cozinha é “irracional, absurdo e precisa ser reduzido”.

Tebet afirma que o estabelecimento de um colchão que evite variações bruscas nos preços não é suficiente. Defende que a solução do problema passe necessariamente por cortes no ICMS, imposto arrecadado pelos estados.

Em média, 28% do preço da gasolina na bomba corresponde à cobrança de ICMS. A emedebista argumenta que a alta dos combustíveis levou a um aumento da arrecadação do tributo, o que engordou os cofres estaduais: “Não há como negar que quem mais está ganhando com a alta dos combustíveis são os estados.”

Os governos estaduais, no entanto, dizem não poder abrir mão do que arrecadam.

Em Pernambuco, por exemplo, o secretário de Planejamento, Márcio Stefanni, diz que o combustível representa 20% da arrecadação do estado.

“Estamos executando o orçamento com a previsão de receita. O ICMS paga saúde e educação. Reduzir este tributo seria mais um ataque ao pacto federativo”, disse Stefanni.

“Os estados e municípios estão com orçamentos estrangulados. Ajustar o equívoco da política de preços dos combustíveis no atual modelo de receitas públicas é gravíssimo, vai comprometer serviços”, ponderou André Horta, secretário de Tributação do Rio Grande do Norte e coordenador dos secretários estaduais no Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

Diante da crise, no entanto, dois projetos foram apresentados no Senado com o objetivo de estabelecer um teto para a cobrança de ICMS. Hoje, cada estado tem liberdade para definir sua alíquota.

Um dos textos, apresentado pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), e pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) define que a alíquota de ICMS não poderá ultrapassar 7% no caso do diesel e 18% para gasolina e etanol.

O segundo projeto, de autoria do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), fixa em 12% a alíquota máxima de ICMS sobre o gás de cozinha. Hoje, a média nacional está em 14%.

Mas Eunício Oliveira, que comanda a pauta do Senado, diz não ter previsão de colocar estas propostas em votação na Casa. Ele também insiste que é preciso garantir a previsibilidade dos preços e inclui na discussão das mudanças tributárias os interessados em assumir a Presidência da República em 2019.

“Reforma tributária tem que ser debatida com os candidatos a presidente, assim, a população vai escolher sabendo o que pensa e o que fará o novo presidente que será eleito. É necessário este debate com aqueles que pensam em governar o país”, disse Eunício.

Desde 2016, quando a Petrobras adotou a nova política de preços, que leva em conta o valor do dólar e do barril de petróleo, o litro da gasolina teve alta de mais de 20%.

No caso do ICMS, o presidente da Câmara afirmou que é preciso dialogar com os governadores. “Está todo mundo quebrado”, disse, defendendo também reformas administrativa e tributária.

Fonte: Rondoniaovivo