STF condena o apresentador Paulo Henrique Amorim por injúria racial. Não cabe recurso à condenação, perdeu mesmo!

O apresentador da TV Record Paulo Henrique Amorim foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a cumprir pena por injúria racial contra o jornalista Heraldo Pereira, da Rede Globo.

Não cabe recurso à condenação.

As informações são do site Consultor Jurídico.

Em decisão proferida na última terça-feira (5), o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, manteve entendimento da 1ª Turma da Corte, que havia condenado o jornalista a um ano e oito meses de prisão em regime aberto pelo crime.

Relembre o caso

Em 2009, Amorim descreveu Pereira como “negro de alma branca” no blog Conversa Afiada.

O apresentador da Record também afirmou que o colefa “não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde”.

O jornalista da Globo encaminhou representação ao Ministério Público, que denunciou o Amorim por racismo.

Ainda na primeira instância, a 4ª Vara Criminal de Brasília alterou a tipificação de racismo para injúria com caráter racial.

O tribunal também encerrou a ação por ter sido apresentada fora do prazo legal. Após recurso, manteve-se a absolvição parcial e a desclassificação do crime de racismo para o de injúria racial.

URGENTE: Moro pede guarda-costas e relata ‘tempos turbulentos’ com a Lava Jato avançando sobre os poderosos da política

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, tem demonstrado muita preocupação nos últimos meses. Antigamente, o juiz não ligava tanto para a sua segurança.

Ele ia trabalhar até mesmo de bicicleta. Porém, os tempos passaram e tudo começou a mudar.

Com a Lava Jato avançando sobre os poderosos da política e do empresariado, Moro precisou aceitar alguns conselhos. Ele precisava de cuidados especiais e ficar atento a todo lugar que ia.

Qualquer erro ou desatenção poderia ser motivo de grande perigo para o magistrado.

A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva levou o juiz a ser ofendido por várias pessoas aliadas ao líder do PT.

As agressões e ameaças começaram a dobrar, triplicar e assim por diante.
Viagem para o exterior

Conforme informações da revista Crusoé, o juiz enviou, recentemente, um e-mail para a área de segurança da Justiça Federal de Curitiba.

Ele avisou que faria uma viagem para o exterior e relatou sobre os “tempos turbulentos” do momento. Por essa razão, pediu para que fosse fornecido a ele um guarda-costas.

Para garantir uma maior proteção ao juiz, foram tomadas medidas de segurança mais sérias no prédio onde está o seu gabinete. Todos estão em atenção redobrada, principalmente agora, em tempos de Eleições.

Daniela Mercury quer Pabllo Vittar para presidente da República, disse na entrevista ao portal UOL. Veja a inteligência da criatura….

“Acho que a gente tem que ter alguém LGBT pra presidente”, a frase é de Daniela Mercury, dita na véspera da Parada LGBTQ+, neste sábado (2).

A frase está num depoimento da cantora, casada com Malu Verçosa ao portal Uol, dizendo que há muito chão para percorrer em nome dos direitos da comunidade.

“A gente precisa de representantes no legislativo.

Eu, por exemplo, acho que a gente tem que ter alguém LGBT pra presidente.

Eu adoraria.

Se não, a gente tem que ter bancadas importantes, com mais gente lutando pelos diretos humanos e por todos direitos da maioria da população brasileira”, disse Daniela, que foi uma das atrações do Festival Milkshake e escolheu Pabllo Vittar para o cargo.

Ainda na apresentação, a baiana mostrou que os versos de “A Cor da Cidade”, um de seus maiores hits, continua atual e com muito significado para a mesma, que a vê como um hino da diversidade.

“A gente precisa criminalizar a homofobia, que é algo que ainda não conseguimos de forma clara na lei brasileira, e a gente precisa tirar a transexualidade da lista de doenças”, declarou a esposa de Malu Verçosa ao portal, reforçando os altos índices de violência contra a comunidade LGBT.

PARE DE CANTAR E PARE DE FALAR BOBAGENS…….

OS RIDÍCULOS: Em guardanapo, petistas deixaram recado para Sergio Moro A ‘procuração’ foi assinada por deputados e militantes do PT de São Paulo

A ‘procuração’ foi assinada por deputados e militantes do PT de São Paulo que jantavam no restaurante predileto do juiz em Curitiba

“Com base no direito de petição e no Pacto de São José da Costa Rica, rogamos a liberdade de Luiz Inácio Lula da Silva, condenado sem provas, preso político. Para deferimento.”

O recado, assinado por uma comitiva de deputados estaduais e militantes do PT paulista presentes em Curitiba para acompanhar as manifestações pró-Lula, foi escrito em um guardanapo de restaurante, onde o grupo jantava.

A data é 12 de abril, cinco dias depois da chegada de Lula à carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

O restaurante especializado em carnes funciona há 12 anos no mesmo endereço, no bairro Juvevê, zona norte de Curitiba, e é conhecido por ser o predileto do juiz Sergio Moro.

A presença do magistrado fez do local ponto de encontro dos apoiadores da Lava Jato. Desde a prisão de Lula, porém, políticos e militantes petistas também têm procurado o restaurante.

Moro não recebeu o recado.

O guardanapo foi guardado pela direção do restaurante.

Revista IstoÉ solta bomba atômica e diz: “PT é um sindicato do crime”. Fachin autorizou a abertura de inquérito contra 98 políticos

O Partido dos Trabalhadores está no epicentro da lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que autorizou a abertura de inquérito contra 98 políticos citados nas delações da Odebrecht.

Ao PT cabe o papel de protagonista do esquema de corrupção envolvendo contratos da empreiteira com o governo.

Com a divulgação da lista, a legenda perde, de uma vez por todas, a chance de reconstruir sua imagem diante de um Brasil destroçado sistematicamente nos últimos 13 anos, período em que os petistas desfrutaram das benesses do poder e dilapidaram o patrimônio público em três mandatos completos e um interrompido.

A lista de Fachin vem para comprovar o que já era sabido: os líderes do PT arquitetaram o mais amplo e devastador projeto de corrupção que se conhece, uma roubalheira que levou o País a mergulhar numa crise econômica sem precedentes.

“O lulopetismo representa a maior tragédia da história do Brasil”, diz o historiador e escritor Marco Antonio Villa.

“O PT será lembrado para sempre pelo legado que deixa, de autor do projeto criminoso de poder que destruiu a estrutura do Estado brasileiro e da ética republicana”.

FONTE: Isto É

A ESTRANHA LIGAÇÃO DE PEDRO PARENTE E FHC: “Se temos dinheiro em algum fundo isso não me leva a tê-lo como sócio”

Pedro Pullen Parente, quando era secretário-adjunto do Tesouro, no governo Sarney, fez uma das mais complexas operações na estrutura fiscal do país. Por determinação da Constituição, cortou, em 1988, o cordão umbilical entre o Tesouro Nacional, Banco Central e Banco do Brasil, tarefa em aberto desde a criação do BC, em 1964. SEGUNDO O Blog do Carlos HenriqueJornal do BrasilOutra foi a gestão da crise de energia, em 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso. Era, então, chefe da Casa Civil. Essas operações lhe deram a fama de administrador eficiente. Motivo que o guindou ao comando da Petrobras, em 1º de junho de 2016.

A última aparição de Parente no cenário político nacional durou exatos dois anos. Findou por conta de atritos com o Planalto sobre a política de preços dos combustíveis da estatal. Durante o comando da Petrobras, manteve relações perigosas com pessoas influentes na conjuntura financeira do país. Como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de quem ainda é sócio na incorporadora Sarlat Empreendimentos e Participações. Também fazem parte do quadro societário o ex-ministro das Relações Exteriores de FHC, Celso Lafer, e Lucia Hauptmann, ex-mulher de Parente.

FHC: ‘Não sou nem nunca fui sócio do Parente. Se temos dinheiro em algum fundo isso não me leva a tê-lo como sócio’

Outra sociedade de Parente, todavia, foi desfeita há menos de um mês. Segundo consta em Certidão da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), no dia 10 de maio de 2018, Parente, Hauptmann, Lafer e Paulo Henrique Ferro – outro sócio de FHC na Sarlat – venderam cotas da Montignac Empreendimentos Imobiliários ao engenheiro Fernando Ribeiro Bau. O novo proprietário trocou o nome da construtora para Life LS e transferiu sua matriz para Curitiba, sede da Lava Jato. Fernando Bau é ex-presidente da Estre Ambiental, maior coletora de lixo do Brasil, implicada na operação. O antigo endereço da Montignac, Rua Tenente Negrão, 140, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, era o mesmo da Sarlat e da Prada Assessoria Empresarial, ambas de Parente.

A Prada, responsável por gerir finanças de famílias milionárias, prosperou durante o período em que Parente esteve à frente da Petrobras. A empresa incorporou clientes ainda mais abastados, famílias bilionárias e até mesmo companhias. Uma das sócias da Prada é Maria Leticia Freitas, conselheira da seguradora BB Mapfre, controlada pelo Banco do Brasil. Pode ter pesado o fato de que o atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, tenha sido vice-presidente Financeiro do banco de 2009 a 2015.

A seguradora tem algumas dezenas de milhões em contratos ativos com a Petrobras. Destes, três (somam R$ 3 milhões) foram fechados na gestão de Parente na modalidade convite. O que significa que a contratação foi feita com a apresentação de apenas três orçamentos.

“Empresas de gaveta”

Segundo advogados especializados em direito societário ouvidos pelo JORNAL DO BRASIL, o uso do mesmo endereço é comum em casos de “empresas de gaveta”. No episódio dos Panama Papers, por exemplo, várias empresas brasileiras envolvidas na Lava Jato tinham como sede os mesmos escritórios de advocacia no centro financeiro panamenho.

Além da Prada, Pedro Parente e Lucia Hauptmann encabeçam a Viedma Participações, criada para investir em negócios diversos. Pela Viedma, Parente e Lucia são também sócios minoritários da Sarlat Empreendimentos. A Viedma Participações tem R$ 166.600 em cotas da Sarlat Empreendimentos, e se faz presente na Kenaz Participações, de José Berenguer, que é presidente do JPMorgan no Brasil.

Com canais de crédito reabertos, a Petrobras conseguiu captar bônus de longo prazo a juros de 2% acima das taxas de mercado e resgatou, no dia 10 de maio (mesmo dia em que Parente vendeu sociedade para Fernando Bau), empréstimo de US$ 600 milhões com juros de 2,5% acima do mercado junto ao JPMorgan. A estatal explicou a operação, em fato relevante, no dia seguinte. Mas a Federação Única dos Petroleiros (FUP) foi à Justiça para questionar o negócio. Uma vez que o presidente do JPMorgan Brasil, José Berenguer, é sócio indireto do então presidente da Petrobras.

Segundo a revista “Exame”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teria participado de comitê consultivo criado em 2017 pela filial brasileira do JPMorgan para discutir decisões estratégicas do grupo no país. Em conversas com o JB nas últimas duas semanas, Fernando Henrique Cardoso negou que tenha feito parte de conselho do banco. Com relação à sociedade com Pedro Parente afirmou, em 28 de maio, desconhecer a existência da Viedma. No dia 1º de junho, ao ser confrontado com documento da Jucesp e ter lamentado a saída de Parente da Petrobras, disse:

“Não sou nem nunca fui sócio do Pedro Parente. Se eventualmente ambos temos dinheiro em algum fundo – e não estou certo disso – isso não me leva a tê-lo como sócio”. Sobre sua relação com José Berenguer, comentou que conhece o presidente do JPMorgan, “cordialmente, sem maiores proximidades”.

De acordo com o JPMorgan, demandas referentes ao comitê estratégico são, hoje, atendidas pela Gávea Investimentos. A gestora de recursos de terceiros tem como um dos sócios Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo FHC. Contatada, a Gávea não respondeu até o fechamento desta reportagem quem controla e como funciona o conselho.

fonte: noticiasbrasilonline.com.br

Datafolha para 2018: Lula tem 30%, Bolsonaro, 17%, Marina, 10%. Ou seja, se Lula concorrer, será presidente! O desespero é total…

Pesquisa sobre a eleição presidencial de 2018 tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Instituto ouviu 2.824 eleitores de 174 municípios entre 6 e 7 de junho.

A pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste domingo (10) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018.

Foram feitas 2.824 entrevistas entre 6 e 7 de junho, em 174 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja os resultados dos 4 cenários pesquisados no 1º turno:

Cenário 1 (Se Lula for candidato)
Lula (PT): 30%
Jair Bolsonaro (PSL): 17%
Marina Silva (Rede): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Alvaro Dias (Podemos): 4%

Manuela D’Ávila (PC do B): oscila entre 1% e 2%
Rodrigo Maia (DEM): oscila entre 1% e 2%
Aldo Rebelo (SDD): oscila entre 0% e 1%
Fernando Collor de Mello (PTC): oscila entre 0% e 1%
Flávio Rocha (PRB): oscila entre 0% e 1%
Guilherme Afif Domingos (PSD): oscila entre 0% e 1%

Guilherme Boulos (PSOL): oscila entre 0% e 1%
Henrique Meirelles (MDB): oscila entre 0% e 1%
João Amoêdo (Novo): oscila entre 0% e 1%
João Goulart Filho (PPL): oscila entre 0% e 1%

Josué Alencar (PR): oscila entre 0% e 1%
Levy Fidelix (PRTB): oscila entre 0% e 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC): não alcança 1% em nenhum cenário
Sem candidato: 21%