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EMOCIONANTE: Vídeo mostra a espetacular manobra para retirada dos meninos de caverna em macas “adormecidos”

Imagens mostram momento em que meninos são retirados de caverna na Tailândia

Socorrista disse que alguns dos meninos foram resgatados em macas “adormecidos”. Todos se recuperam em hospital sem problemas graves de saúde.

Imagens divulgadas nesta quarta-feira (11) mostram o momento em que membros do “Javalis Selvages”, o time de futebol que ficou preso mais de duas semanas na caverna Tham Luang, no norte da Tailândia, são retirados do local.

Um socorrista que participou da operação de resgate disse nesta quarta à agência France Presse que alguns dos meninos foram resgatados em macas “adormecidos”.

“Alguns deles estavam adormecidos, outros moviam os dedos (como se estivessem) ‘grogues’. Mas respiravam”, explicou o comandante Chaiyananta Peeranarong, ex-membro dos SEALs da Marinha da Tailândia e que foi o último socorrista a deixar a caverna após o resgate do grupo.

Os 12 meninos, entre 11 e 16 anos, e seu treinador de 25 anos entraram na caverna no dia 23 de junho. Com as fortes chuvas, a caverna inundou e o grupo ficou preso por nove dias sem comer até ser encontrado por dois mergulhadores britânicos.

A operação de resgate mobilizou mais de 1.000 pessoas e envolveu ensinar os garotos a mergulhar por passagem estreitas e submersas.

Mergulhadores estrangeiros e oficiais tailandeses retiraram os meninos em três grupos. Os primeiros quatro meninos chegaram ao hospital domingo (8). O restante do time foi dividido em dois grupos: um retirado na segunda (9) e o último, na terça (10).

MAIS SENSÍVEL QUE MUITOS HUMANOS: Vídeo do Chimpanzé filhote que arrebenta o coração da humanidade ao se reunir com humanos que o criaram

Um vídeo compartilhado pela Fundação Zoológica de Vida Selvagem em Miami, nos Estados Unidos, emocionou os internautas neste começo de semana:

trata-se do reencontro de um chimpanzé, Limbani, com os humanos que o criaram quando ainda era um filhote.

Segundo o The Mirror, o bichinho foi rejeitado pela mãe após o parto e pegou uma pneumonia que o deixou bastante debilitado.

Com isso, o casal Jorge e Tania cuidou dele por alguns meses até que se recuperasse.

O laço entre eles é visível: ao rever seu “pai adotivo”, Limbani começa a gritar de alegria e pula para o colo dele.

De acordo com a equipe da fundação, essa é a reação do animal toda vez que reencontra Jorge e Tania.

Animal corre para o colo de Jorge, homem que ajudou a salvá-lo quando era filhote (Foto: Reprodução/Youtube)

Veja o vídeo e se emocione, ou se isso não acontecer, pule da janela…. você não está vivo mesmo….

Ao defender militares no governo, Jair Bolsonaro é aplaudido DE PÉ em evento da CNI

O pré-candidato a рrеѕіdênсіа dа rерúblіса, Jair Bоlѕоnаrо(PSL) fоі muіtо арlаudіdо, durаntе um еvеntо nа Confederação Nасіоnаl dа Indústria (CNI), ao defender ԛuе mіlіtаrеѕ serão integrantes dо seu gоvеrnо.

“Tenho dіtо ԛuе ѕе еlеіtо vou nоmеаr раrа аlgunѕ mіnіѕtérіоѕ gеnеrаіѕ, coronéis e аlmіrаntеѕ.

Quаl o рrоblеmа?

Oѕ governos аntеrіоrеѕ nomearam tеrrоrіѕtаѕ e соrruрtоѕ e ninguém falou nаdа”, dіѕѕе, seguido dе аѕѕоvіоѕ e aplausos intensos.

Aіndа nо seu discurso, Bоlѕоnаrо аfіrmоu:

“Jаmаіѕ ԛuеrо ѕеr patrão no Brаѕіl com еѕѕа lеgіѕlаçãо,”dіѕѕе, аrrаnсаndо mаіѕ fеrvоrоѕоѕ арlаuѕоѕ dа рlаtеіа formada por іnduѕtrіаіѕ.

As раlаvrаѕ e intenções de mudаnçаѕ nо Brasil роr parte dе Bоlѕоnаrо são claras e evidentes, o que explica o pavor ԛuе еlе саuѕа na еѕԛuеrdа brаѕіlеіrа, que não ԛuеr perder de fоrmа аlgumа os рrіvіlégіоѕ аlсаnçаdоѕ nоѕ аnоѕ após o fіm dо Rеgіmе Mіlіtаr.

PROPOSTA DECOLA COM MAIS DE 465.000 ASSINATURAS. BOLSONARO QUER O FIM DO IPVA – ASSINE A PETIÇÃO AGORA E COMPARTILHE

Esse é o momento de colocar a mão do bolso e devolver ao governo por aquilo que ele não fez.

Para variar, recomeça a discussão: se carro não é um patrimônio, mas apenas um bem de consumo – como o pão, o smartphone ou sua jaqueta jeans -, por que o Estado nos cobra um imposto sobre propriedade, e ainda mais anualmente?

O deputado federal Jair Bolsonaro enviou a proposta ao Congresso que aceitou e colocou o projeto para ser votado online por meio de uma petição. Assine a Petição contra o IPVA no final da matéria.

O site Avaaz vem, há algum tempo, independentemente das questões legais, debatendo o assunto. E pede o fim da tungada financeira a partir de vários argumentos (veja abaixo).

Até esta sexta-feira, 300 mil pessoas já haviam assinado a petição online. São necessárias 500 mil assinaturas para aprovação do projeto

Nem é preciso lembrar que temos um pacote de tributos, taxas, impostos e multas difícil de carregar ano a ano.

A própria Receita Federal estima que a tal carga tributária brasileira seja de 1/3 do PIB (a soma de todas as riquezas que produzimos).
Em 2016, para ser mais direto, subiu para 32,66% (uns R$ 2 trilhões, mais ou menos).

Pois, bem: e os serviços prestados pelo Estado? As estradas estão sendo privatizadas (cobrando-nos pedágio) e ai de quem cair num buraco, pois ninguém assume facilmente essas responsabilidades.

Os proponentes da petição no Avaaz (conhecida rede global de ativistas) lembram, também, que o preço dos automóveis embute em média 49% de tributos entre o IPI, ICMS, IPVA, PIS, Licenciamento e por aí vai.
E mais: quem compra um carro paga ainda outros tributos, como o cobrado no combustível ou nas peças.

Há questionamentos, ainda, sobre o que pode ser tributado. No caso, renda, patrimônio ou consumo.

Os carros, por sua vez, já são também tributados com ICMS e com IPI – afinal, são são bens de consumo (mercadorias, no caso do ICMS; produtos industrializados, com IPI).

CLIQUE AQUI PARA VOTAR NA PETIÇÃO!

EXEMPLO PARA BRASIL, com 5 X 0 Príncipe da Árábia diz: “isso é apenas esporte, queremos uma nação que pense, não uma boiada que apenas corre atrás da bola….”

O BILIONÁRIO PRÍNCIPE PODERIA COMPRAR OS MELHORES JOGADORES DO UNIVERSO, MAS NÃO É ISSO QUE ESTIMULA UMA NAÇÃO. POR ISSO O BRASIL VAI ELEGER UM MERDA QUALQUER PARA PRESIDENTE, POIS SÓ PENSA EM SAMBA, FUNK, PUTARIA, CACHAÇA E A MERDA DO FUTEBOL… TUDO QUE DEIXA A MANADA TRANQUILA, ENQUANTO OS LADRÕES ROUBAM O SEU ARROZ E FEIJÃO, SUA SEGURANÇA, SUA SAÚDE E SUA EDUCAÇÃO…OU O BRASILEIRO ACORDA OU VAI CONTINUAR SE FODENDO!

Após a cerimônia de abertura, o jogo que dá início à Copa do Mundo é o duelo entre a Rússia e a Arábia Saudita. A partida que terminou em 5 a 0 para os donos da casa contou com ilustres presenças no Estádio Lujniki, incluindo o príncipe herdeiro da Arábia Saudita Mohammed bin Salman, o presidente russo Vladimir Putin e o suíço Gianni Infantino, dirigente esportivo à frente da Fifa.

Após o primeiro gol marcado pela seleção russa aos 12 minutos do primeiro tempo, uma imagem da transmissão mostrou uma cena inusitada envolvendo os três importantes personagens. Logo depois de Yuri Gazinskiy abrir o placar após um rebote de escanteio, uma imagem do príncipe saudita sorrindo e apertando a mão do russo foi exibida. Em seguida, outra reação chamou a atenção da transmissão oficial.

Os internautas, é claro, não conseguiram se conter e começaram a especular, devido as feições dos líderes mundiais, qual era o assunto naquele momento. “O que aconteceu com o empate pelo qual eu paguei?”, sugeriu um dos tuítes. “Eles estão falando sobre o Donald Trump”, comentou outro. “Nas tribunas Vladimir Putin e Mohammad bin Salman festejam o preço do petróleo”, escreveu um dos internautas.

super choque@eduardo___8

O PUTIN E O CARA DA ARÁBIA SAUDITA TAO BRIGANDO PARECE

CONFLITOS INTERNACIONAIS A CAMINHO

Ricardo Pinzon@Ricardo_Pinzon

O Rei da Arabia Saudita depois do primeiro gol, mandou dizer para o técnico do time que se ele perder o jogo será decapitado. Após uma reação de desenvolvimento de jogo do time árabe, Vladimir Putin vendo a… https://www.facebook.com/RicardoPinz0n/posts/2072173243106732 

Ver imagem no TwitterVer imagem no Twitter

Hulswood@hulswood

Vladimir Putin: “see, we told you, Russia will win this game”.
Mohammad bin Salman: “Well ok then, congratulations”.

(Eu aposto que vamos bater vocês na próxima guerra / Apostado / Meu deus isso está ficando sério) 

mahmoud@iracheno

Putin: I bet you we will beat you in the next war again

Mohammad bin Salman: Bet

Gianni Infantino: Oh shit its getting real

Discípulos De Ratzel@DeRatzel

Mohammad bin Salman nitidamente ficou Putin com esse comentário

Duda Amaral@duda__amaral

Enquanto o mundo assiste o jogo Rússia X Arábia Saudita, nas tribunas Vladimir Putin e Mohammad bin Salman festejam o preço do petróleo 😏

Adriano Martins@drianomartins

Putin e o Presidente da Fifa conversando e o Principe da Arabia saudita querendo se enturmar.

(Infantino descobre como é desconfortável estar no meio de Putin e do príncipe Mohammad bin Salmán)

►4LogrosParley💰🏇⚾⚽@4LogrosParley

Retweeted Rafael Rivera (@RafaDato2):

Infantino descubre lo incomodo de estar en medio de Putin y el príncipe Mohammad bin Salmán

helisson 🇧🇷@helisson_paiva

Putin deve tá ali vendendo umas armas pra Arábia Saudita e o Casagrande achando que estão tratando de política e paz internacional

Trouble Man@mcataldo11

Essa resenha do putin com o chefe de estado da arabia saudita e o presidente da fifa ta mais daora q o jogo

Eduardo Abascal@thenotorioused

Funny that Putin and Mohammad bin Salman are sitting together but Gianni Infantino is still the most corrupt in the room.

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Maior tenista da história do Brasil, Maria Esther Bueno morre aos 78 anos

Ex-número 1 do mundo e detentora de 19 títulos de Grand Slam, entre simples e duplas, paulistana faleceu nesta sexta-feira vítima de um câncer

longo de sua premiada carreira, Maria Esther Andion Bueno ficou conhecida como a Bailarina do Tênis. A alcunha fez jus à plasticidade de seu jogo gracioso e à habilidade com a raquete. A verdade, no entanto, é que a maior jogadora do país em todos os tempos foi além: quebrou paradigmas, brilhou em um esporte em que o Brasil tinha pouca representatividade, ganhou notoriedade no círculo mais restrito do esporte e deixou um legado indelével.

Sua vida poderia ganhar muitos outros adjetivos. Maria Esther foi uma vencedora, única e formidável. Lendária. A ex-tenista, um dos grandes nomes da história do esporte brasileiro, repousou nesta sexta-feira, 8 de junho, aos 78 anos, vítima de um câncer

Morre Maria Esther Bueno, tenista brasileira mais vencedora da história

Morre Maria Esther Bueno, tenista brasileira mais vencedora da história

Ela estava internada no Hospital Nove de Julho, na capital paulista. Ela não teve filhos. A morte foi confirmada pelo sobrinho de Maria Esther, Pedro Bueno. O velório acontece neste sábado, de 8h às 15h, no salão oval do palácio do governo de São Paulo.

No ano passado, Maria Esther havia retirado um câncer do lábio, mas o tumor se espalhou para a garganta. Ela, então, passou por sessões de radioterapia no Hospital Albert Einstein e apresentou melhora no quadro. Entretanto, a situação se agravou no último mês de abril. Enquanto jogava tênis – hobby que nunca deixou de praticar -, sentiu dores e, de início, pensou se tratar de uma lesão. Mas após uma visita ao médico e novos exames, se descobriu que um novo câncer havia se espalhado por outros órgãos do corpo. A ex-jogadora optou por não fazer quimioterapia. Desde então, ela vinha sendo tratada com imunoterapia. Maria Esther continuava lúcida e, na terça-feira, chegou a assistir ao jogo entre Novak Djokovic e o italiano Marco Cecchinato pelas quartas de final de Roland Garros.

Com 19 títulos de Grand Slam, Maria Esther Bueno é considerada a maior tenista brasileira de todos os tempos, tendo alcançado o posto de número 1 do mundo em quatro temporadas (1959, 1960, 1964 e 1966). Ela conquistou o seu 1º título de Grand Slam em Wimbledon, em 1959, aos 19 anos. Em 1960, ganhou os quatro Grand Slams de duplas ao vencer na Austrália, com Christine Truman, e em Wimbledon, Roland Garros e no Aberto dos Estados Unidos, todos em parceria com Darlene Hard. No total, ganhou 589 títulos ao longo de sua carreira. Ela entrou para o hall da fama em 1978.

Primeiro título em Wimbledon veio aos 19 anos

Maria Esther Bueno começou a jogar tênis de maneira despretensiosa, em companhia do irmão mais velho, Pedro, no Clube de Regatas Tietê, na zona norte de São Paulo. Ambos foram levados ao esporte pelo pai, Pedro Augusto, sócio número 5 do Tietê, que tinha o tênis como maior paixão embora trabalhasse como tesoureiro.

A proximidade do clube, que ficava a uma calçada de distância da casa da família, e a empolgação do pai com o esporte elitista influenciaram Maria Esther de maneira profunda – ela só descobriria o quanto no futuro, quando desfilaria suas artes na Inglaterra. No Tietê, ela lapidou seu backhand de uma mão e um jogo de rede agressivo, suas marcas registradas. Gostava de contar que era auto-didata em quase tudo no que dizia respeito ao tênis.

Em 1954, então com apenas 14 anos, o baile realmente começou. Maria Esther ganhou o título brasileiro contra rivais muito mais velhas na época. Três anos depois, conquistou o importante torneio Orange Bowl, para tenistas júnior, na Flórida. Curiosamente, ela havia conseguido viajar para a competição graças a uma passagem, somente de ida, fornecida pelo clube. A dificuldade só fez reforçar a trajetória gloriosa que veio a seguir.

Entre 1958 e 1977, quando se aposentou oficialmente, Maria Esther Bueno – cujo nome fãs e personalidades estrangeiras encurtaram para Maria Bueno – ergueu 71 troféus, dos quais 19 em campeonatos do Grand Slam: sete em simples, 11 em duplas e um em duplas mistas. O palco em que mais brilhou foi justamente o mais antigo e importante de todos: Wimbledon. Na grama sagrada do All England Lawn Tennis and Croquet Clube, em Londres, ela amealhou três taças em simples (1959, 1960 e 1964) e outras cinco em duplas (1958, 1960, 1963, 1965 e 1966). O primeiro título de Grand Slam veio aos 19 anos.

Maria Esther Bueno comenta sobre sua carreira e relembra Wimbledon:

Maria Esther Bueno comenta sobre sua carreira e relembra Wimbledon: “É tudo”

Tamanho sucesso levou a menina que batia bola às margens do Rio Tietê a lugares impensáveis. Primeiro a alçou ao posto de número 1 do ranking mundial em 1959. Com o sucesso, ganhou em apelo popular a ponto de virar selo dos Correios em homenagem às suas vitórias em Wimbledon.

Em meados da década de 1960, ela estava no auge. E chegou à sua cidade natal para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de 1963 como grande estrela do evento. Antes de ganhar o ouro nas simples e ser prata nas duplas, a brasileira teve de driblar um incidente inusitado, do qual costumava rir.

– A principal recordação foi de um acontecimento um dia antes do início dos Jogos. Tinha ganhado um filhote de cachorro e estávamos brincando quando acidentalmente ele mordeu minha mão direita e rasgou bastante a parte interna de um dos dedos. Foi preciso fazer vários pontos e visitas diárias ao hospital durante o torneio para que eu pudesse jogar (com muita dificuldade para segurar a raquete) a semana toda. Os jogos foram todos relativamente fáceis e na final venci uma ex-campeã de Roland Garros, uma das melhores jogadoras mexicanas e especialista em quadras de saibro, Yolanda Ramirez, por 6/3 e 6/3 – disse ela em entrevista à “Folha de S.Paulo”, em 2003.

Maria Esther Bueno durante bate-bola no Rio Open, em 2014 (Foto: Reprodução)

Maria Esther Bueno durante bate-bola no Rio Open, em 2014 (Foto: Reprodução)

O fenômeno não foi maior apenas porque Maria Esther atuou em uma época sem ferramentas de comunicação tão eficientes e quando os torneios eram amadores. A profissionalização do tênis foi sedimentada em 1968, com mudanças nas regras de premiação que inauguraram a chamada era aberta. A brasileira, já acometida por lesões nos braços e pernas, competiu pouco depois disso. Fez algumas exibições e conquistou um único título, o Aberto do Japão de 1974.

A distância das quadras não fez com que fosse menos reverenciada por seus pares e pelo mundo. Em 1978, foi indicada ao Hall da Fama do tênis. Além dela, somente Gustavo Kuerten recebeu a honraria, em 2012 – enquanto via o tricampeão de Roland Garros entrar para a elite do esporte, teve de lidar com a perda do irmão, Pedro, que a ajudara nos tempos de Clube Tietê e de quem era muito próxima. Há quatro anos, Maria Esther também recebeu a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão de São Paulo, as mais altas distinções da cidade em que nasceu. No ano seguinte, recebeu homenagem na abertura do Centro Olímpico de Tênis dos Jogos Olímpicos do Rio.

– Eu não tenho palavras para expressar a minha gratidão e o quanto eu estou feliz. Este é um dos dias mais felizes de minha vida e, sem dúvida, uma das maiores homenagens que eu já recebi em vida. Fico tremendamente emocionada. Não posso nem dizer o quanto significa ter conseguido colocar meu nome em um estádio tão maravilhoso, um estádio olímpico. Tenho certeza que as Olimpíadas no Brasil serão as melhores do mundo. Todos perguntavam se os Jogos iam ficar prontos, ninguém confiava na gente – disse ela em 2015.

Maria Esther Bueno em Wimbledon, em 1966 (Foto: Leonard Burt/Getty Images)

Maria Esther Bueno em Wimbledon, em 1966 (Foto: Leonard Burt/Getty Images)

A ex-tenista foi garota-propaganda de um dos patrocinadores da Olimpíada do Rio e conduziu a chama olímpica no revezamento da tocha em julho de 2016. Também participou da cerimônia de encerramento do megaevento, onde carregou a bandeira brasileira antes da execução do hino nacional (veja vídeo abaixo).

Em meio às ações como embaixadora, nas duas últimas décadas ela começou a divulgar o esporte em que brilhou. Tornou-se comentarista da TV Globo/SporTV e da rede britânica BBC. Em fevereiro deste ano, ela participou da transmissão do SporTV do Rio Open.

Maria Esther costumava afirmar que gostava de dar informações sobre os bastidores dos atletas, dos eventos e do jogo em vez de fazer uma análise ponto a ponto das partidas. Faz todo o sentido para alguém que fez do tênis um balé. Ou uma poesia. Ou uma elegante fantasia. Tudo se encaixa na descrição que inúmeros especialistas da modalidade fizeram ao longo de décadas de Maria Esther Bueno, agora ícone eterno do esporte brasileiro.

ASSISTA O EMOCIONANTE VÍDEO: Homem viaja todos os dias para matar a sede de animais que vivem na seca. Conheça essa alma para refletir na sua própria vida..

O queniano Patrick Kilonzo Mwalua teve a ideia de levar água para os animais depois de ver os efeitos do aquecimento global na região onde mora.

Em vários países a chuva é escassa, e com isso animais selvagens passam longos períodos de sede.

Patrick Kilonzo Mwalua é conhecido como o “Homem da Água” e o apelido não é à toa. Todos os dias, ele leva água para animais selvagens com sede que vivem em locais extremamente secos no Tsavo West National Park, no Quênia.

Mwaula é dono de uma fazenda de ervilhas e teve a ideia de levar água para os animais depois de ver os efeitos do aquecimento global na região. “Não estamos tendo a chuva que costumávamos ter. Então, eu comecei a dar água aos animais, porque pensou: ‘se eu não fizer isso, eles vão morrer’”, contou Mwalua ao “The Dodo”.

Mwalua dirige um caminhão que leva cerca de 3 mil galões de água fresca para elefantes, búfalos, antílopes e zebras. “Não há água, então, os animais dependem dos humanos”, afirmou.

Os animais parecem saber que vão matar a sede quando o caminhão se aproxima. “Em uma noite, eu encontrei 500 búfalos esperando próximo ao local onde eu coloco água. Quando eu cheguei, eles podiam sentir. Pareciam felizes”, disse o fazendeiro.

Comovidas com a paixão de Mwalua pelos animais, um grupo de mulheres norte-americanas criou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma GoFundMe para ajudar o fazendeiro, já que ele pretende cuidar dos animais enquanto estiver vivo.

ASSISTA O VÍDEO

Mulher transforma tribo africana com tradição em matar leões nos maiores guardiões da espécie

Quando criança, Leela Hazzah ouvia histórias de sua família da época em que dormiam no telhado ouvindo o rugido dos leões. Porém, em sua época, quando fazia a mesma coisa, não conseguia ouvir nada dos rugidos. Seu pai contou então que não havia mais leões rugindo porque eles tinham, há muito tempo, sido extintos do Egito.

Agora Leela tem 35 anos, é doutora especialista em biologia da conservação e dedica sua vida, precisamente, à conservação de leões na África. Durante os estudos, ela morava em uma casa da árvore, onde começou a observar o rápido declínio dos leões africanos devido à perda de habitats e a conflitos com humanos.

A experiência acabou levando Leela para a tribo de guerreiros Maasai, que tem tradição de matar leões. Ela passou um ano vivendo entre os Maasai para entender a relação da tribo com os animais que matavam. Então descobriu que os Maasai têm uma vida na maior parte pastoral e dependem de seus rebanhos. Usam eles para diversos fins, como para alimentar as famílias e conseguir dinheiro.

Quando perdem suas vacas (a principal fonte de subsistência), eles não têm mais nada. Os Maasai retalham e matam os leões precisamente por causa disso, o que acabou por virar uma tradição que também traz enorme prestígio para o guerreiro capaz de matar os felinos.

Com o passar do tempo, os Maasai começaram a se abrir com Leela, contando histórias. Foi aí que ela teve a grande ideia e fundou a Lion Guardians, ou “Guardiões dos Leões”, em 2007. Uma ONG que tem por objetivo transformar os guerreiros Maasai em protetores destes animais.

Leela foi visionária, e percebeu que os Maasai seriam os melhores protetores dos leões, lhes mostrou os benefícios de proteger os animais, com ênfase na preservação da cultura e métodos para reduzir o conflito entre os humanos e os leões.

Hoje ser um guardião é uma honra muito maior para as pessoas da tribo. O programa teve grande sucesso na região, impedindo em 99% as mortes de leões. “Eu sei que nós estamos fazendo a diferença. Quando me mudei para cá, eu nunca ouvia leões rugindo. Mas agora eu ouço leões rugindo o tempo todo”, diz Leela.

Último artigo de Hawking, publicado hoje, propõe nova teoria do Big Bang. Obra inédita afirma que universo é finito e menos complexo do que dizem as teses atuais!

LONDRES – A teoria final do físico Stephen Hawking sobre a origem do universo, na qual ele trabalhou em colaboração com o professor Thomas Hertog, foi publicada nesta quarta-feira no periódico “Journal of High Energy Physics”. O trabalho, enviado para publicação antes da morte de Hawking no início deste ano, é baseado na teoria das cordas e prevê que o universo é finito e muito mais simples do que dizem as várias teorias atuais sobre o Big Bang.

As teorias modernas sobre o assunto afirmam que nosso universo passou a existir uma pequena fração de segundo após uma grande explosão, e, a partir daí, ele expandiu-se rapidamente, a uma taxa exponencial. Só que muitos teóricos defendem também que, uma vez iniciada essa expansão, existem algumas partes do universo onde ela nunca para — de modo que, globalmente, ela é eterna.

Com isso, a parte observável do nosso universo seria apenas uma área na qual a expansão terminou e estrelas e galáxias se formaram.

— A teoria usual da expansão eterna prevê que, globalmente, nosso universo é como um fractal infinito, com um mosaico de diferentes “universos de bolso” — disse Hawking em uma entrevista há cerca de seis meses. — As leis locais de física e química podem diferir de um “universo de bolso” para outro, e, juntos, todos eles formariam um “multiverso”. Mas eu nunca fui muito fã dessa teoria do multiverso. Se a escala de diferentes universos no multiverso é infinita, a teoria não pode ser testada.

Stephen Hawking é conhecido como um dos maiores reponsáveis pela divulgação da ciência mundo afora – Paul Jenkings
No novo artigo, Hawking e Hertog dizem que esse relato da expansão eterna feito até agora está errado. A finitude, para eles, é uma certeza.

— Nós prevemos que o nosso universo, nas maiores escalas, é razoavelmente suave e globalmente finito. Portanto, não é uma estrutura fractal — pontuou Hawking, na ocasião.

As principais teorias de Stephen Hawking

O professor Hertog, cujo trabalho foi apoiado pelo Conselho Europeu de Pesquisa, falou pela primeira vez da nova teoria em uma conferência na Universidade de Cambridge, em julho do ano passado, organizada por ocasião do 75º aniversário de Stephen Hawking. Segundo ele, a teoria da expansão eterna, que supostamente se baseia na teoria da relatividade geral elaborada por Albert Einstein, acaba por contradizer as próprias ideias do físico alemão.

— O problema com a noção atual de expansão eterna é que ela supõe um universo que evolui de acordo com a teoria da relatividade geral de Einstein e trata os efeitos quânticos como pequenas flutuações em torno disso — explicou Hertog. — No entanto, a dinâmica da expansão eterna acaba com a separação entre a física clássica e a física quântica. Como consequência, a teoria de Einstein se desfaz.

O QUE DIZ A NOVA TEORIA?

A nova teoria cosmológica proposta por Hawking e Hertog se baseia na teoria das cordas, um ramo da física teórica que tenta reconciliar a gravidade e a relatividade geral com a física quântica, descrevendo os constituintes fundamentais do universo como “pequenas cordas vibrantes”. A ideia é que o universo é um holograma grande e complexo: a realidade física em certos espaços 3D pode ser matematicamente reduzida a projeções 2D em uma superfície.

Hawking e Hertog desenvolveram uma variação desse conceito de holografia para projetar a dimensão do tempo na expansão eterna. Isso permitiu que eles descrevessem essa expansão eterna sem ter que confiar na teoria de Einstein. Na nova teoria, a “expansão eterna” é reduzida a um estado atemporal definido em uma superfície espacial no início dos tempos.

— Quando traçamos a evolução do nosso universo de trás para frente no tempo, chegamos ao limiar da expansão eterna, na qual nossa noção familiar de tempo deixa de ter algum significado — disse Hertog.

A “teoria da fronteira” anterior de Hawking previa que, se você voltar no tempo para o começo do universo, o universo se encolheria e se fecharia como uma esfera, mas essa nova teoria representa um passo à frente do trabalho anterior.

— Agora estamos dizendo que há um limite de tempo em nosso passado — disse Hertog.

Os dois estudiosos usaram sua nova teoria para obter previsões mais confiáveis sobre a estrutura global do universo. Eles previram que o universo que emerge da expansão eterna é finito e muito mais simples do que a estrutura fractal infinita prevista pela antiga teoria de expansão.

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Seus resultados, se confirmados por outros trabalhos, teriam implicações de longo alcance para o paradigma do multiverso.

— Nossas descobertas implicam uma redução significativa do multiverso, para uma faixa muito menor de universos possíveis — disse Hawking.

Nasa divulga primeira imagem feita pelo seu novo ‘caçador de planetas’. Tess já capturou mais de 200 mil estrelas apinhadas no plano da Via Láctea

A Nasa divulgou nesta sexta-feira a primeira imagem feita pelo seu novo observatório espacial “caçador de planetas”, lançado há um mês. Na foto capturada por apenas uma das quatro câmeras do equipamento, batizado Tess (sigla em inglês para “satélite de levantamento de exoplanetas em trânsito”) aparecem mais de 200 mil estrelas apinhadas na direção da constelação do Centauro, próxima ao plano central da Via Láctea.

O Tess fez a imagem, numa exposição de dois segundos, enquanto completava seu bem-sucedido sobrevoo da Lua nesta quinta-feira. Ao passar a apenas cerca de 8 mil quilômetros da superfície do satélite, a nave usou a gravidade da Lua para redirecionar sua rota rumo à órbita final em que ficará para suas operações científicas. Para tanto, porém, ela ainda vai precisar realizar um último acionamento de seu foguete no próximo dia 30.

Nesta órbita altamente elíptica e inclinada num ângulo de cerca de 40 graus relativo à órbita da Lua, o Tess vai variar de uma distância próxima à de nosso satélite a pouco mais de um quarto dela num período de 13,7 dias.

Inédita na história da exploração espacial, a órbita visa otimizar as observações, de forma que o equipamento possa cobrir uma área cerca de 400 vezes a desta primeira imagem ao longo dos dois anos previstos de sua missão principal.

O Tess segue os passos do bem-sucedido observatório espacial Kepler, cuja missão está se encerrando à medida que o equipamento vai ficando sem combustível.

O novo telescópio espacial da Nasa vai “caçar” planetas em torno de algumas das estrelas mais brilhantes e próximas de nosso Sistema Solar, em mais um passo na saga pela apelidada “Terra 2”, um hipotético exoplaneta com dimensões e características parecidas como as do nosso que orbite uma estrela também similar ao Sol a uma distância equivalente à nossa, o que faria dele o mais provável de desenvolver ou sustentar a vida como conhecemos.

Os cientistas esperam que o Tess detecte mais de 1,6 mil exoplanetas na órbita das estrelas em seu foco usando o mesmo método, conhecido como “de trânsito”, do Kepler, medindo diminuições ínfimas em no brilho das estrelas provocadas pelos chamados “trânsitos planetários”, que acontecem quando os planetas passam “em frente” delas de nosso ponto de vista.

Destes, aproximadamente 500 não deverão ter mais que duas vezes o diâmetro do nosso planeta, dos quais cerca de 50 também deverão estar na chamada “zona habitável”, região na órbita das suas respectivas estrelas em que não ficariam nem longe nem perto demais de forma que sua temperatura possibilite a existência de água em estado líquido na sua superfície, condição considerada necessária para desenvolver ou abrigar vida como conhecemos.