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Qual a ameaça real do ‘torpedo do juízo final’, a arma nuclear da Rússia que preocupa os EUA

Em documento com novas diretrizes para sua estratégia nuclear, o governo Donald Trump cita um sistema russo que está em desenvolvimento como uma das ameaças aos Estados Unidos.

Sigiloso, implacável e devastador.

Assim é descrito o Sistema Oceânico Multipropósito Status-6, uma arma nuclear russa que está em fase de desenvolvimento e que tem preocupado os Estados Unidos.

Em sua Revisão de Postura Nuclear (NPR, da sigla em Inglês) divulgada em 2 de fevereiro, o Departamento de Defesa americano incluiu a arma como uma das ameaças que justificam os EUA modernizarem seu arsenal atômico.

O presidente dos EUA, Donald Trump, acredita que o país está sendo alcançado por seus grandes concorrentes – Rússia e China – por causa do que considera “anos de abandono da era Obama”.

A NPR, que dita o plano de atuação do governo em relação às armas de dissuasão, caracteriza o Status-6 como “um novo torpedo intercontinental autônomo e submarino, de combustível e armamento nuclear”.

Já a Rossikaya Gazeta, o jornal oficial do governo russo, o batizou como o “artefato do dia do juízo final”.

Capaz de atravessar o oceano 

Explosão nuclear: O Pentágono garante que a Rússia desenvolve ao menos outros dois sistemas de alcance intercontinental (Foto: US Navy )Explosão nuclear: O Pentágono garante que a Rússia desenvolve ao menos outros dois sistemas de alcance intercontinental (Foto: US Navy )

Explosão nuclear: O Pentágono garante que a Rússia desenvolve ao menos outros dois sistemas de alcance intercontinental (Foto: US Navy )

O Status-6 foi projetado como um veículo autônomo capaz de atravessar o Oceano Pacífico e lançar um ataque radioativo mortal sobre a costa oeste dos Estados Unidos.

Ele é adaptado para mergulhos tão profundos que se tornaria invisível a sistemas de detecção. Sua carga incluiria ogivas nucleares de alta potência. 

“Sua detonação provocaria uma enorme nuvem radioativa”, explica à BBC Mundo, o serviço em espanhol a BBC, Pavel Podvig, autor do blog Russian Forces, que divulga informações sobre armas nucleares, controle de armas e desarmamento na Rússia, baseadas em análises científicas.

O plano russo é contar com o que os especialistas chamam de “arma de terceira onda” definitiva.

Caso tanto os mísseis balísticos terrestres como submarinos fossem neutralizados por um hipotético ataque inimigo, leia-se americano, o Status-6 teria a capacidade de lançar uma resposta atômica em terreno adversário.

Ele seria lançado a partir de um submarino adaptado para isso. 

 Papel com detalhes do projeto russo: Imagem teria sido registrada enquanto era mostrada ao presidente Vladimir Putin (Foto: Russian State TV via BBC) Papel com detalhes do projeto russo: Imagem teria sido registrada enquanto era mostrada ao presidente Vladimir Putin (Foto: Russian State TV via BBC)

Papel com detalhes do projeto russo: Imagem teria sido registrada enquanto era mostrada ao presidente Vladimir Putin (Foto: Russian State TV via BBC)

‘Danos enormes’

Hans Kristensen, da Federação de Cientistas Americanos, destaca que os “Estados Unidos têm capacidade para perseguir os submersíveis inimigos, mas, uma vez que se lança um torpedo, a história é diferente”.

“Se essa arma fosse concluída, certamente causaria danos enormes”, diz Podvig.

Mas a dúvida é justamente essa, se o Status-6 será realidade algum dia.

Apesar de ter sido oficialmente reconhecido como uma ameaça pelo Pentágono, os especialistas encontram muitas razões para ceticismo.

“Não está claro que ele vá ficar operacional”, diz Podvig.

Os Estados Unidos e seus aliados souberam dos planos de desenvolvimento dessa arma durante um encontro do presidente russo Vladimir Putin com seus generais na cidade de Sochi, na Rússia. 

Em imagens divulgadas por canais controlados pelo Kremlin, é possível ver rapidamente um dos militares mostrando um documento confidencial a Putin.

A folha continha desenhos e detalhes do Status-6, desenhado pela Rubin, uma fabricante de submarinos nucleares de São Petesburgo. 

 Vladimir Putin e Donald Trump: Para o presidente dos EUA, o país vem perdendo a vantagem que tinha sobre a Rússia e a China (Foto: AFP) Vladimir Putin e Donald Trump: Para o presidente dos EUA, o país vem perdendo a vantagem que tinha sobre a Rússia e a China (Foto: AFP)

Vladimir Putin e Donald Trump: Para o presidente dos EUA, o país vem perdendo a vantagem que tinha sobre a Rússia e a China (Foto: AFP)

Logo surgiram especulações sobre se a divulgação das imagens foi acidental ou estratégia para intimidar potenciais adversários.

Kristensen lembra que “os russos fazem frequentemente essas coisas, de manter, durante anos, programas dos quais posteriormente não sai nada”.

“Eu não acho que vai ser operacional da maneira como foi descrito”, reforçou Podvig.

Então, por que os estrategistas do Pentágono o incluíram em um documento oficial como uma ameaça real para a segurança nacional?

“O Status-6 é tecnicamente possível e, na comunidade de inteligência, eles acham melhor estarem preparados para algo assim”, ressalta Podvig.

Kristensen descarta que esse sistema de armas em desenvolvimento tenha sido uma das razões para a revisão da política nuclear de Washington.

“Eles o usaram como um dos exemplos assustadores de que os russos são maus e podem obter suas próprias armas para respaldar o argumento de que os Estados Unidos precisam melhorar suas armas nucleares.”

De acordo com informações recentes divulgadas pela agência de notícias Bloomberg, Trump espera que o Congresso aprove um aumento de 7,2% no orçamento da Defesa para o próximo ano. 

Em seu discurso sobre o Estado da União, relatório que os presidentes americanos apresentam anualmente aos parlamentares, ele pediu a construção de um arsenal nuclear “tão forte e poderoso que possa impedir qualquer tentativa de agressão de outro país”.

Outras ameaças

Embora o NPR tenha citado, além do Status-6, “pelo menos dois outros sistemas de alcance intercontinental”, os especialistas fizeram poderações em relação à fala de Trump sobre uma deterioração das capacidades dos EUA.

“O fato de que a Rússia estava há algum tempo modernizando seus equipamentos não significa que os EUA não o fizeram também, mas que isso aconteceu muitos anos antes”, diz Povdig.

Agora, depois de anos de política de não proliferação de armas nucleares em Washington, essa corrida parece prestes a recomeçar.

“Já na época da Guerra Fria sempre se citava as armas da grande potência alheias como justificativa para as próprias. É assim que sempre funciona.”

Por que eleição de Trump ameaça o clima da Terra

O novo presidente americano diz que é contra o Acordo de Paris, que vai incentivar combustíveis fósseis e que até duvida da ciência

A eleição de Donald Trump é ruim para o clima da Terra. Estamos num momento crítico para evitar as piores consequências das mudanças climáticas.

Não há dúvidas científicas relevantes sobre o impacto das emissões derivadas das atividades humanas no clima. Pesquisadores acreditam que é preciso manter o aquecimento num patamar entre 1,5 e 2 grau centígrado para que as mudanças (ainda grandes) sejam administráveis.

Para isso, precisamos de medidas urgentes para mudar os rumos das grandes economias, trocando investimentos em combustíveis fósseis (como o gás de xisto dos EUA) por uma transição para fontes de energia limpas.

O aquecimento está mostrando sua cara. Os anos de 2014 e 2015 bateram sucessivamente os recordes históricos de calor. O ano de 2016 está a caminho de bater de novo. Passamos por uma aceleração do aquecimento que pode nos jogar num novo patamar de clima.

>> 10 dúvidas em relação ao aquecimento global

O Acordo de Paris, costurado em dezembro passado, é uma colcha de retalhos de metas frouxas apresentadas pelos países. Estudos mostram que o acordo sozinho é insuficiente para controlar o aquecimento. Mas ele é um precioso início de caminho.

É possível acelerar a implantação do acordo e puxar as metas para alvos mais ambiciosos. Isso começa a ser discutido agora numa conferência do clima em Marrakesh.

Mas Trump é o presidente errado na hora mais errada. Ao longo da campanha, ele disse que ia “cancelar” o Acordo de Paris. Também disse que ia cortar toda a ajuda a programas de mitigação às mudanças climáticas das Nações Unidas.

Dentro dos EUA, Trump declarou apoio a desregulamentação para facilitar a expansão do gás de xisto e por novas explorações de petróleo. E é a favor da construção de um oleoduto polêmico ligando os EUA e o Canadá.

Pior que isso. Trump diz que não acredita na ciência. Contrariando décadas de conclusões dos principais centros de pesquisa científica do mundo, ele disse em 2012 que o aquecimento global é um “mito”. Em seu Twitter, ele disse que o conceito de aquecimento global foi criado por chineses para prejudicar a competitividade da indústria americana.

Na campanha presidencial atual, Trump mudou um pouco. Dessa vez, disse que o aquecimento global é um fenônomeno natural, de novo indo contra o consenso científico.

O último presidente relacionado à indústria do combustível fóssil, George H. Bush, também negacionista da clima, fez um estrago no país que hospeda a melhor ciência do mundo. Em 2006, James Hansen, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais, e um dos principais pesquisadores do clima do mundo, disse que a administração Bush tentou silenciá-lo. Hansei afirmou que a Nasa tinha funcionado sob controle do governo Bush para não divulgar dados preocupantes sobre o aquecimento. Não dá para imaginar o que Trump pode fazer para desmontar os esforços para salvar o clima ou mesmo as pesquisas científicas.

Participantes da COP em Marrakesh estão tentando manter o otimismo. “O mundo vai continuar. Trump não poderá negar os benefícios que a economia limpa trazem para o país. E aqui os outros países devem manter seus compromissos”, disse André Ferretti, do Observatório do Clima.

Em última análise, a capacidade de estrago de Trump vai depender da pressão das indústrias americanas que se beneficiam com a transição para uma economia limpa. Fontes renováveis de energia geram mais emprego nos EUA do que o carvão. Governos estaduais estão avançados em medidas contra as mudanças climáticas.

Podem oferecer um contrapeso. O estrago provocado por Trump vai depender dessas forças. Afinal, ele agora é presidente de todos os americanos. E terá que se conciliar com a realidade. Campanha é uma coisa, governo é outra.

INVASÃO NO BRASIL: Imagens exclusivas mostram caça da FAB atirando contra avião suspeito. É o que a Força Aérea Brasileira chama de “tiro de detenção”

O piloto desobedeceu todas as ordens para pousar e sofreu as consequências.

Imagem obtida com exclusividade pelo Fantástico, gravada pela câmera a bordo de um caça da Força Aérea Brasileira (FAB), mostra a única vez que um caça militar brasileiro atirou contra outro avião em defesa do espaço aéreo.

O caça da FAB intercepta um avião que vinha do Paraguai e entrou no espaço aéreo do Brasil sem autorização.

O piloto desobedeceu todas as ordens para pousar e sofreu as consequências.

É o que a FAB chama de “tiro de detenção”. O objetivo é avariar o avião suspeito para que ele não consiga mais voar e pouse no aeroporto mais próximo.

Nesse caso, que aconteceu em 2015, o avião conseguiu escapar e voltou para o espaço aéreo paraguaio, e a FAB teve que interromper a perseguição.

No dia seguinte, no aerodromo de Paranavaí, perto da fronteira com o Paraguai, a polícia encontrou o monomotor, crivado de balas. O avião só tinha o banco do piloto. De acordo com a polícia, para liberar espaço para o transporte de drogas. Veja tudo na reportagem acima.

Você sabia que Lula doou R$ 25 milhões ao movimento Hamas através de decreto?

PT através de Lula e Dilma doam dinheiro público, dinheiro dos brasileiros para o terror. Dinheiro esse que deveria ser usado para saneamento básico, saúde, educação,segurança, infra-estrutura, combate à microcefalia,etc…

Você duvida? Está no site do Planalto e no do Diário Oficial da União (DOU) Esse dinheiro foi mandado a partir da criação da lei 12292 de 2010.

Veja a lei no site do planalto: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12292.htm

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:Art. 1o  Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).

Parágrafo único.  A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.

Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília,  20  de  julho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

O Hamas (Movimento da Resistência Islâmica) é um dos grupos mais extremistas na luta contra a existência do Estado de Israel, criado após o fim da Segunda Guerra Mundial para abrigar os judeus. O grupo passou a ser classificado como terrorista pela União Europeia depois de agosto de 2003, quando atacou Jerusalém matando centenas de civis israelenses.

URGENTE: Japão e EUA iniciam manobras no Pacífico antes de se dirigir para Coreia. Destróieres japoneses ‘Ashigara’ e ‘Samidare’ se unem à frota do porta-aviões de propulsão nuclear americano ‘USS Carl Vinson’ perto do arquipélago das Filipinas.

Destróieres japoneses ‘Ashigara’ e ‘Samidare’ se unem à frota do porta-aviões de propulsão nuclear americano ‘USS Carl Vinson’ perto do arquipélago das Filipinas.

Japão e Estados Unidos iniciaram neste domingo (23) manobras navais conjuntas no Oceano Pacífico antes de se dirigir, nos próximos dias, para águas próximas à península da Coreia, em um momento de alta tensão na região, anunciou o Ministério de Defesa japonês.

Após zarpar na sexta-feira (21) de Sasebo (sudoeste de Japão), os destróires japoneses “Ashigara” e “Samidare” se uniram à frota do porta-aviões de propulsão nuclear americano “USS Carl Vinson” perto do arquipélago das Filipinas.

Os navios americanos e japoneses permanecerão ali vários dias realizando exercícios conjuntos estratégicos e de comunicação antes de se dirigirem para o norte, para se aproximarem da península da Coreia, segundo disseram fontes do Ministério para a televisão estatal “NHK”.

Washington anunciou há duas semanas que tinha ordenado posicionar o porta-aviões na península da Coreia, medida que foi interpretada como uma advertência perante o desenvolvimento de armas de Pyongyang, embora a frota tenha participado primeiro em exercícios com a Austrália e atualmente está a caminho da região.

O anúncio equivocado foi feito pelo Comando do Pacífico e logo depois pelo pelo presidente Donald Trump, através do Twitter, e até quinta (20) passada a Casa Branca não tinha explicado que se tratava de um mal-entendido.

Seul também estuda participar nas manobras combinadas da frota japonesa e o navio de propulsão nuclear da classe Nimitz (a maior do mundo em termos militares) entre os dias 25 e 28 de abril.

Agência Brasileira de Inteligência confirma alerta de ameaça do Estado Islâmico

ALERTA MÁXIMO NO BRASIL: Agência confirma que um membro do Estado Islâmico afirmou, por meio do Twitter, que Brasil é próximo alvo para um ataque

fonte: ultimosegundo.ig.com.br

“Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse País de merda”. A ameaça foi postada em novembro de 2015, em um perfil do Twitter que tinha como dono Maxime Hauchard, 22 anos. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou, nesta quarta-feira (13), que o perfil realmente pertence ao terrorista francês que aparece em vídeos do Estado Islâmico decapitando sírios.

A mensagem foi postada uma semana após os atentados coordenados na França, que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos. A conta na rede social do terrorista já foi suspensa. “Monitoramos e percebemos que o perfil realmente era do Maxime, um dos líderes do Estado Islâmico. A partir do momento da postagem houve uma maior intensidade nos discursos de agressividade dos autoproclamados seguidores do grupo terrorista no Brasil”, afirmou o diretor de Contraterrorismo da agência, Luiz Alberto Sallaberry, na Feira Internacional de Segurança que está sendo realizada no Rio de Janeiro.

“Maxime é uma espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico. Saiu de um vilarejo no interior da França para a Síria, aos 18 anos, onde se integrou ao terrorismo. É o segundo na linha de comando de decapitadores e gosta de dizer que estar no grupo “é como estar no Éden”, descreveu o diretor a uma plateia de especialistas em segurança.

Segundo Sallaberry, no Brasil há um crescente nível de pessoas que dizem ter feito o juramento ao califado do Estado Islâmico, ou seja, concordantes com um grupo que deturpou os princípios da religião islâmica e utiliza a violência para expandir seu domínio territorial.

“Quando uma pessoa faz o juramento ao califado e se torna autoproclamado ela está disposta a cometer qualquer atentado violento em nome do grupo. A ordem não precisa ser presencial, pode ser via internet”, disse Sallaberry.

Lobos Solitários

Os ataques dos chamados ‘lobos solitários’, pessoas que praticam ataques sozinhas, são a maior preocupação da agência para a Olimpíada no Rio de Janeiro. Dez delegações, entre elas dos Estados Unidos e Canadá, são classificadas pela agência com nível “muito alto” para ataques. O nível de ameaça da delegação brasileira é alto.

O monitoramento das redes sociais é uma das atividades da Abin para combater o terrorismo. Por razões de segurança, Sallaberry não divulga o número de pessoas que se dizem autoproclamadas e que são monitoradas.

Cursos para auxiliar na identificação de terroristas

Para melhor ilustrar seu discurso na Feira Internacional de Segurança, o diretor de Contraterrorismo da Agência Brasileira de Inteligência, Luiz Alberto Sallaberry, apresentou bandeiras do Brasil onde, em árabe, está escrito “Deus acima de tudo”, com símbolos do Estado Islâmico, postadas por pessoas monitoradas.

“Posso dizer que são de origem salafista sunita, comunidade que está ligada ao Estado Islâmico. Não estou dizendo que vai acontecer um atentado. Estou dizendo que é a primeira vez que a probabilidade aumentou sobremaneira no nosso país”, afirmou o diretor da agência.

Para evitar possíveis ataques, a Abin intensificou cursos com setores de hotelaria, taxistas e outras pessoas para que elas possam identificar possíveis alvos terroristas em território nacional. Além disso, faz constante intercâmbio com forças estrangeiras e internas. “O sucesso contra o terrorismo só é possível com cooperação. O terrorista é a ameaça sem rosto. Pode ser qualquer um”, afirmou em seu discurso.

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URGENTE: Coreia do Norte dispara míssil contra o Japão. Vai começar a próxima guerra mundial. China não vai apoiar os USA e ai….

O canal japonês NHK informou citando o Ministério da Defesa, que o míssil caiu no mar do Japão (também conhecido como mar do Leste) fora da zona econômica exclusiva japonesa.

Convocação de emergência

Tóquio e Seul convocaram de urgência seus conselhos de Segurança Nacional.

Uma semana atrás, a Coreia do Norte levou a cabo um novo lançamento de míssil na madrugada do dia 14 de maio, a partir da província de Pyongan do Norte, no oeste da península. O míssil atingiu a altitude máxima de 2.111 km e atingiu com precisão o alvo designado no mar a uma distância de 787 km.

“A Coreia do Norte disparou um míssil não identificado, a partir de um ponto perto de Pukchang, na província de Pyongan Sul”, afirmou o Estado Maior Conjunto (JCS), em um breve comunicado, sem especificar seu local de lançamento e nem onde teria caído. Em nota posterior, foi especificado que o teste ocorreu às 16h59 (local) e que o míssil voou cerca de 500 km, até cair no Mar do Japão.

Por enquanto, autoridades sul-coreanas estão descartando tratar-se de um míssil intercontinental, embora os sul-coreanos ainda estejam analisando o projétil e sua trajetória.

Os especialistas consideram que, com estes últimos testes, o regime de Kim Jong-un estaria colcando à prova o novo governo sul-coreano, do presidente Moon Jae-in, que chegou ao poder há quase duas semanas, com a promessa de melhorar os laços com Pyongyang, mas ao mesmo tempo mantendo o mecanismo de sanções

Tensão na Ásia

O teste aconteceu apenas uma semana após Pyongyang lançar um “Hwasong 12”, um míssil de médio alcance que mostrou avanços para o regime de Kim Jong-un.

Na ocasião, o novo presidente sul-coreano Moon Jae-In, lamentou o teste, e convocou uma reunião de emergência com seu gabinete de segurança.

No Japão, o primeiro-ministro Shinzo Abe classificou o lançamento do míssil como algo “totalmente inaceitável” e como “uma grave ameaça” para Tóquio.

Washington advertiu que todas as opções militares estão sobre a mesa, mas recentemente o presidente americano, Donald Trump, suavizou seu discurso e disse que ficaria “honrado” de reunir-se com o líder norte-coreano Kim Jong-un.

REVISTA ISTOÉ: Na Rússia a Terceira Guerra Mundial já começou e ninguém avisou! Na era da informação estamos todos sendo enganados

O cenário de uma Terceira Guerra Mundial é remoto, mas quem ligar a televisão na Rússia vai se surpreender ao saber que, na verdade, ela já começou.

Na principal emissora pública do país, o apresentador do programa estrela do domingo à noite anunciou que as baterias antiaéreas russas na Síria vão “derrubar” aviões americanos.

O canal de notícias 24 horas Rossiya 24 exibiu uma reportagem sobre a preparação de abrigos antinucleares em Moscou.

Em São Petersburgo, o canal digital Fontanka diz saber que o governador quer racionar o pão diante de uma futura guerra, embora as autoridades garantam que a única coisa que estão tentando fazer é estabilizar o preço da farinha.

Na rádio, debate-se sobre exercícios de “Defesa Civil”, os quais, segundo o Ministério de Situações de Emergência, mobilizam 40 milhões de russos durante uma semana. O objetivo: evacuações de edifícios e simulações de incêndio.

Se o visitante preferir passear pelas ruas de Moscou a ver televisão, é muito provável que esbarre em um dos imensos grafites “patrióticos” dos artistas pró-Putin da organização “Set”, que tomam os prédios. Em um deles, vê-se, por exemplo, um urso – símbolo da Rússia – distribuir coletes à prova de balas a pombas das paz.

Esse enaltecimento da iminência de uma “Terceira Guerra Mundial” ganhou cada vez mais espaço com a ruptura, em 3 de outubro, das negociações entre Washington e Moscou sobre a guerra síria, após o fracasso de um cessar-fogo negociado em setembro entre as duas potências em Genebra.

Uma ruptura com consequências.

As bombas russas e sírias transformaram Aleppo em um “inferno na Terra”, segundo a ONU, avivando as críticas dos países ocidentais.

No terreno, o Exército russo mobilizou em sua base naval do porto sírio de Tartus baterias antiaéreas S-300, artefatos capazes de destruir caça-bombardeiros. Uma demonstração de força que não é dirigida aos extremistas, nem aos rebeldes sírios, mas à Marinha e aos aviões americanos.

Confrontação Rússia-Ocidente

Em Moscou, onde os jornalistas russos e ocidentais dormem e acordam com os comunicados do Ministério da Defesa, os veículos de comunicação plasmam e amplificam o clima de confrontação.

O porta-voz do Exército russo, general Igor Konachenkov, lança advertências à Casa Branca, ao Pentágono e ao Departamento de Estado dos EUA.

“Lembro aos estrategistas americanos que os mísseis antiaéreos S-300 e S-400 que garantem a cobertura aérea das bases russas de Hmeimim e de Tartus têm um raio de ação que pode surpreender qualquer aeronave não identificada”, advertiu o general Konachenkov, em 6 de outubro, em uma ameaça velada aos Estados Unidos.

Na emissora pública Rossiya 1, o apresentador Dimitri Kisilev, que também é chefe da agência de notícias Ria Novosti, resume a declaração do general Igor Konashenkov para “pessoas comuns, como eu e você”: “derrubaremos” os aviões americanos.

Em seguida, ele revela o “plano B” dos Estados Unidos na Síria.

“O plano B é, em linhas gerais, que os Estados Unidos recorram diretamente à força contra as forças sírias do presidente Bashar al-Assad e contra a aviação russa”, relata.

“Deve-se temer provocações? Foi assim que os Estados Unidos entraram em guerra no Vietnã”, conclui Kisilev, advertindo os ocidentais de que os mísseis estacionados em Kaliningrado, território russo próximo à Polônia, podem carregar ogivas nucleares.

“A Rússia atual está mais do que preparada, sobretudo psicologicamente, para a nova espiral de confrontação com o Ocidente”, resume o cientista político Gueorgui Bovt, em uma tribuna no veículo digital Gazeta.ru.

Bovt avalia os cenários possíveis, levando-se em conta as dificuldades econômicas da Rússia. No primeiro deles, otimista, as duas potências “chegam a um acordo sobre novas condições de coexistência, como uma espécie de Ialta-2”, referindo-se à distribuição das zonas de influência entre os Estados Unidos e a então União Soviética, após a Segunda Guerra Mundial. O outro é catastrófico. A Rússia reagirá, partindo da máxima “se não se pode evitar o confronto, deve-se ser o primeiro a bater”.

História

Em recente entrevista à Ria Novosti, o último presidente soviético, Mikhail Gorbachov, alertou que o mundo flerta “perigosamente com a zona vermelha”.

Há 30 anos, Gorbachov e o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, promoviam o princípio do fim da Guerra Fria.

Na quarta-feira (12), surgiu o primeiro sinal de distensão, depois de dias de acusações verbais. Moscou anunciou uma reunião internacional sobre a Síria para este sábado (15) em Lausanne. Visto como uma última chance de diálogo, o encontro colocará frente a frente, mais uma vez, o secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov.

Fonte

CHAPA QUENTE: Porta-aviões dos EUA e sua frota seguem para península coreana


Comando do Pacífico dos EUA diz que ‘a principal ameaça na região continua sendo a Coreia do Norte, devido a seu temerário, irresponsável e desestabilizador programa de testes de mísseis’.

Os Estados Unidos ordenaram que o porta-aviões “USS Carl Vinson” e seu grupo de ataque em águas próximas seguissem no sábado (8) para a Coreia do Norte, como uma demonstração de força, após novas provocações do regime de Kim Jong-un. Um porta-aviões dos Estados Unidos e sua frota se dirigiam neste sábado (8) para a península coreana, informaram fontes militares.

Esse movimento coincide com a intenção de Washington de promover sua capacidade defensiva na região frente às ambições nucleares da Coreia do Norte.

Fontes do Pentágono confirmaram à “CNN” que o almirante Harry Harris, chefe do Comando do Pacífico, ordenou a mobilização do porta-aviões e toda a sua frota de ataque em águas próximas da península coreana.

“O comando do Pacífico dos Estados Unidos ordenou ao grupo aeronaval do porta-aviões USS
Carl Vinson que se mobilize como medida prudente para manter sua disposição e presença no Pacífico”, explicou o porta-voz Dave Benham.

“A principal ameaça na região continua sendo a Coreia do Norte, devido a seu temerário, irresponsável e desestabilizador programa de testes de mísseis e a sua busca de armamento nuclear”, acrescentou.

Movimento ocorre poucos dias depois de os EUA bombardearem uma base na Síria, que, segundo o presidente Donald Trump, teria lançado os aviões que atacaram rebeldes com misseis químicos, matando mais de 80 pessoas.

O USS Carl Vinson, sob o controle da Terceira Frota suspendeu uma visita planejada para a Austrália.

O envio do porta-aviões ocorre na semana em que Donald Trump recebeu na Flórida o presidente chinês Xi Jinping, e ambos discutiram a necessidade de evitar novas provocações de Pyongyang.

O desabafo de Maisa Silva, nova vítima da hipocrisia das redes. Atriz e apresentadora se tornou alvo da insanidade das redes sociais

Usuários de redes sociais adoram dizer o que pensam, mas parecem detestar– ou amar detestar — quando alguém é sincero. Taís Araújo foi apedrejada por dizer que não gostava de abóbora, no ar, para Ana Maria Braga — a outra opção seria a atriz se aventurar a comer um nhoque de jerimum e passar mal, ao vivo, no programa Mais Você, mas com isso poucos se importaram.

Agora, quem sente a força da hipocrisia virtual é Maisa Silva. Depois de ser constrangida por uma brincadeira de Silvio Santos, que fez as vezes de casamenteiro entre ela e o apresentador de telejornal Dudu Camargo, Maisa se esquivou de forma franca (“não faz meu tipo”) e passou a ser chamada de “grossa” na redes. Como aconteceu com Tais.

Desde domingo, dia em que o episódio foi ao ar no Programa Silvio Santos, no SBT, Maisa não para de se defender. Os últimos posts da atriz na internet já têm o tom de um desabafo — de alguém que se sente alvo de uma violência, o que a enorme pressão das redes de fato representa.

“Quando uma menina de 15 anos não aceita qualquer brincadeira ou comentário, e se posiciona, causa espanto”, escreveu Maisa em um textão publicado no Twitter nesta terça-feira. “Com certeza, uma parcela dos telespectadores gostaria que eu aceitasse tudo o que aconteceu no programa, como dançar com um rapaz mais velho (mesmo eu NÃO querendo), ou beijá-lo”, continuou.

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Como as críticas não param, Maisa tenta de novo silenciar as redes. E parece já se dar conta de que a tentativa de diálogo é estéril. Depois do textão, a atriz publicou um meme dela própria, tirada do clipe da já antológica música Nhem-Nhem-Nhem. Mostrou mais maturidade que boa parte (ou a totalidade) dos haters.