Zanin, após dupla derrota para Deltan, é triturado pelo delegado Pace e dá novo prejuízo para Lula

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Os resultados do horrendo desempenho jurídico do abobalhado Cristiano
Zanin, começam a refletir com mais frequência no bolso do presidiário.

Há poucos dias, no processo indenizatório por danos morais movido contra
o procurador Deltan Dallagnol, Lula que já havia sido derrotado em 1ª
instância, sofreu nova derrota em 2ª instância e terá que arcar com os ônus sucumbenciais
e mais os honorários advocatícios superiores a R$ 100 mil.


Nesta quarta-feira (12), o meliante petista sofreu nova derrota.

Desta feita, foi para o delegado de Polícia Federal Filipe Hille Pace, que
revelou a propina que Lula recebeu da Odebrecht, onde era identificado nas
planilhas da construtora através do codinome “amigo”.

A sentença aplicada, que julgou improcedente a pretensão do petista, foi
devastadora e desmoralizante.

Eis alguns trechos da brilhante decisão do juiz de direito Carlos
Melfi:

“Sustenta o autor, Luiz Inácio Lula da Silva, a violação de sua honra,
imagem e reputação, por meio de indevida divulgação de supostos ilícitos por
parte do requerido Filipe Hille Pace, o qual, na qualidade de delegado de
Polícia Federal e, no exercício de suas funções perante investigação da
denominada ‘Operação Lava Jato’, teria inserido em autos de inquérito policial
menção à prática de delitos pelo ex-presidente da República pelas quais nem
mesmo seria investigado e, ainda, sem que tivesse competência para tanto, como
teria reconhecido no mesmo documento, o qual gerou grande repercussão
midiática.”

“(…) o autor teria recebido o equivalente a cerca de R$ 12.422.000,00,
com o auxílio de Antonio Palocci e de seu assessor Branislav Kontic.”

“Interessante é que o autor, mesmo ao se manifestar a respeito da
contestação, evitou qualquer consideração atinente aos indícios existentes,
consubstanciados em declarações, reprodução de planilhas e inúmeras correspondências eletrônicas, com
base na análise das mídias apreendidas e compartilhadas entre as autoridades
policiais. Preferiu insistir no argumento de que, independentemente do
conteúdo, não seria o réu o delegado incumbido das conclusões respectivas e,
por isso, não realizou o indiciamento. Partiu do princípio, bastante
equivocado, de que, não fosse o relato feito pelo requerido, os fatos
desabonadores não seriam divulgados pela mídia, com o consequente abalo à sua
reputação.”

“Da análise das comunicações entre os envolvidos, é no mínimo plausível,
senão provável, a ligação entre o autor e o codinome ‘amigo’, indicado na ‘Planilha
Posição Italiano’.”

“Em p. 347, nota-se uma das inúmeras correspondências eletrônicas tendo
como interlocutor Marcelo Odebrecht a mencionar o dito ‘amigo’. Verifica-se que
tal pessoa era sempre considerada em elevadíssima posição de influência,
chegando-se a abordar a conveniência de se fazer reunião com ministra de Estado
antes mesmo de abordá-la. Também para fins de consecução de empréstimo pelo
BNDES, Marcelo Odebrecht retratava a necessidade de seu pai Emilio falar com o
tal ‘amigo’, como condição do fortalecimento e internacionalização da área Petroquímica
da empresa (p. 354).”

“Ainda mais contundente é a mensagem de p. 370, pela qual se revela a
agenda institucional do ex-presidente da República junto a políticos e
empresários, em reunião sediada em Cuba. Faz-se referência a ‘amigo de OE’, em
nítida menção a Emílio Odebrecht, com expresso apontamento do assunto referente
ao ‘instituto Lula’. Foi constatado, em decorrência, que a agenda do
“amigo” guardava estreita relação com os compromissos políticos do ex-presidente,
aos quais foi dada publicidade.”

“(…) a autoridade policial agiu com lisura, em regular atividade
ligada à presidência de inquérito de fatos correlatos, justificando suas atividades
com a transparência inerente às suas relevantes funções.”

“Se houve algum abalo à reputação do autor, derivou dos próprios fatos investigados
(…).”

Assim, diante da brilhante argumentação do magistrado, a ação proposta
por Cristiano Zanin foi considerada improcedente e Lula, mais uma vez condenado
a pagar os honorários advocatícios fixados em R$ 15 mil.

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